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domingo, 22 de setembro de 2013

RESENHA SOBRE A PALESTRA DA PROF.ª DR.ª MARIA LÚCIA FATTORELLI. Vale conferir!





A palestra se inicia com as argumentações da Prof ª Maria Lúcia Fattorelli para a necessidade premente de que se aconteça uma auditoria pública na contas da União no que se refere a dívida e que ela seja efetuada em cada canto desse nosso Brasil, pois enquanto se paga uma dívida astronômica com juros os direitos e as necessidades sociais não estão sendo atendidos.
Uma análise bem elaborada da crise financeira que assola o mundo financeiro é traçada desde a trajetória da desregulamentação do mercado financeiro até a contaminação do nosso sistema com papéis podres, que estarão entrando em nossos fundos privativos e até no Pré-Sal. Tudo isso servindo a um grupo de não mais do que 50 grandes empresários que controlam o poderio financeiro do mundo e que afundaram grande parte da Europa com suas manobras e artimanhas tecnicistas.
Especulações com bolsa de alimentos quando o mundo passa fome, crise ambiental pois as grandes empresas não se preocupam com a natureza ou com o ser vivo ao utilizar seu modelo econômico exploratório, confirmando que há uma grande crise de valores e um desrespeito ao outro.
O impacto que essa crise teve no mundo foi devastador. A Grécia viu seus jovens cometendo suicídio por não enxergarem uma saída para o desemprego, um desrespeito a suas individualidades e a desgovernança para com os direitos sociais, movidos pela exigência descabida de se pagar por uma dívida irreal. Uma verdadeira tragédia social, que pode chegar as nossas portas, pois o interior já sofre com os racionamentos de investimento no longo prazo em nosso país. 
A 6ª maior riqueza do mundo não é capaz de lidar com as injustiças sociais que nos marcam anos a fio. Violência, fome e desrespeito ao direitos básicos de nossa população precisam ser levados a sério, a cidadania precisa ser resgatada e somente com a transparência dos gastos públicos, a redução da pesadíssima carga tributária sobre os ombros de nossa classe trabalhadora e a reforma política é que teremos a capacidade de lidar com tantas diferenças e injustiças no campo social. Distribuição de renda ilusória e paternalistas, sangria em nosso orçamento para atender a interesses privados e um governo submisso ao modelo econômico não ajuda a driblar da crise, que não é veiculada mas existe (afinal para que o povo precisa saber disso?).
A Prof ª Fattorelli nos conta ainda sobre como o Equador, um país pouco maior em territorialidade que o Rio Grande do Sul, foi capaz de enfrentar o poderio dos banqueiros e diminuir sua cota de desperdício financeiro ao reduzir em 70% o valor da sua dívida, alocando esses recursos em educação e saúde. 
Esse atraso do nosso país em relação a esses dois marcadores denuncia a falta de visão de nossos governantes que não enfrentam a situação com força e poder a que tem direito. Se não eles, que seja o povo a exigir essa mudança de comportamento saindo da condição de nação submissa para conhecedora de seus direitos e deveres, exigindo e fazendo valer a regulamentação da auditoria cidadã, democratizando as informações e exigindo que elas sejam passadas de forma clara e objetiva a todos os brasileiros, que deveriam ser os protagonistas da decisão do que fazer com o seu dinheiro, pois essa riqueza vem de nossa luta e suor.

quinta-feira, 19 de setembro de 2013

Como sempre digo, antes à tarde do que nunca.


 Recebi de uma amiga por e-mail e achei oportuno compartilhar.




Trago-lhes uma breve reflexão, hoje, sobre a Linha do Tempo, ferramenta da PNL muito eficaz mesmo para ajudar a criar um novo cenário onde possamos viver nossa vida em plenitude.



A LINHA DO TEMPO é como você armazena suas memórias . Sua mente inconsciente pode armazenar tanto seu passado como seu futuro. Viajar em direção ao passado nalinha do tempo é uma maneira de reorganizar suas memórias retirando todo o lixo que lhe impede de ir avante.

Quando estiver trabalhando em sua linha do tempo, haja como se soubesse o que quer e permita que sua mente inconsciente lhe diga o que é. Você pode confiar em seu inconsciente . Você já sabe disso. É importante você saber o que quer , em qualquer situação. Não esqueça : você deve saber o que quer obter , criar uma imagem , bem detalhada e específica e transportá-la para seu futuro. Lembre-se sempre ao criar sua nova história de vida de conjugar os verbos no infinitivo e no presente. E que os verbos mais importantes são : ser, fazer e só depois o verbo ter. 

Existem alguns conceitos que você precisa ter sempre em mente:

O universo é consciência, pura inteligência; sua natureza básica é mental. A natureza tem um propósito e as leis que a regem estão contidas nas profundezas das reflexões internas. A realidade não é o que você pensa que vê . Tudo está vibrando em taxas diferentes de freqüência.

A ciência nos alerta que toda manifestação de pensamento, emoção, razão, vontade ou desejo, ou qualquer estado ou condição mental , são acompanhados de vibrações que de certa forma irradiam para a área em volta .

Todo pensamento, emoção ou estado mental tem sua própria freqüência e modo de vibração que podem ser alteradas através da mudança nos padrões de pensamento que povoam a mente. Fique alerta ao impacto das palavras e da linguagem corporal em seu sistema nervoso central. 

O Universo lhe dará aquilo com o que você se preocupa. Portanto, entre em ação ! Altere seus estados mentais , aumente suas vibrações e alcançará o nível onde todos os efeitos são possíveis : o nível quântico ,onde a inteligência e consciência do universo podem ser acessadas.

Todas as coisas na vida do homem chegam a seu tempo e o processo de busca faz com que desabrochem os valores adquiridos durante a jornada em direção a novos objetivos.


“Todo bom desempenho começa com objetivos claros.”

(Ken Blanchard)



quarta-feira, 9 de janeiro de 2013

SE VIRE QUE O PROBLEMA É SEU - SERÁ?





Sergio Ferreira Pantaleão



Muito se fala do trabalho em equipe, pois o processo organizado do trabalho com a finalidade de um objetivo comum exige, além da competência individual, a reunião de indivíduos e consequentemente a soma destas competências na busca de uma mesma meta, qual seja a excelência dos produtos e serviços prestados e a satisfação dos clientes da empresa.



O trabalho em equipe extrapola o limite de um setor, de um departamento ou de uma unidade da empresa, representa a união de pessoas que atuam no cumprimento de metas específicas para um objetivo comum, o lucro, e consequentemente o crescimento da organização e de seus profissionais.



Analogicamente podemos considerar os setores de uma empresa como os membros do nosso corpo. Ainda que pareça insignificante, a "meta" de caminhar exige um trabalho em equipe de cada um de nossos membros. Para mantermos o equilíbrio e podermos caminhar, há uma relação íntima dos olhos que nos aponta a direção, a mente que distribui os comandos para tronco, as pernas e os braços a fim de que estes, simultaneamente, possam agir cíclica e coordenadamente de forma que possamos nos mover e mantermos equilibrados ao mesmo tempo.



Se a mente envia o comando para uma das pernas e tronco se deslocar para frente e a outra perna não se mover, é claro que a meta de caminhar não será atingida, já que mantendo a outra perna inerte nosso corpo será arremessado ao chão. Parece simples, mas é um retrato do trabalho em equipe de cada membro (setor) de uma empresa.



Se tentarmos, por exemplo, caminhar sobre um muro com os braços colados ao corpo, aos primeiros passos poderemos ir ao chão, ao passo que se abrirmos os braços distribuindo o peso na medida necessária para nos manter eretos, seremos capazes de cruzar o muro e chegar até o final.



As metas de determinado setor devem contribuir para que outro setor também atinja suas metas específicas, contribuindo para que os resultados da organização como um todo, sejam atingidos. Dizer que o "problema é seu" e simplesmente ignorar a meta de alguém ou de um setor, pode desencadear um resultado catastrófico, tanto para o próprio setor quanto para a empresa.



Diferenças existem desde o nascimento, aliás, irmãos gêmeos possuem personalidades diferentes, gostos e objetivos diferentes em suas vidas, então não há como exigir que os profissionais das empresas sejam iguais ou tenham objetivos profissionais equivalentes.



O trabalho em equipe exige, mas permite ao mesmo tempo, que estas diversidades sejam canalizadas e maximizadas para um objetivo comum, respeitando o potencial de cada um e extraindo o melhor de cada profissional, pois o trabalho em equipe é que proporcionará a superação de nossos próprios limites. A interação entre as equipes potencializa as competências individuais. Se um é bom em informática, outro o é em elaborar relatórios, um terceiro em apresentação em público e um quarto em detectar e resolver problemas. É a soma de cada competência, enquanto trabalho em equipe, que possibilitará que as metas sejam atingidas.



Olhar para o próprio "umbigo" e ignorar o problema alheio pode ser perigoso. A questão não é só dizer "se vire que o problema é seu", o problema é da equipe, do setor, da empresa e se não for solucionado, poderá afetar você também. Ainda que um problema pareça estar longe de nos atingir, as consequências por uma omissão pode refletir negativamente em nossa vida pessoal ou profissional.



Leia a estória abaixo e faça uma analogia. Situações como estas podem mostrar muito para nossa vida e mudar atitudes que, equivocadamente, pensamos ser corretas. Cada qual é livre para decidir, mas é preciso sabedoria para compreender se uma simples ratoeira pode ou não nos "derrubar".



A Ratoeira



Um rato, olhando pelo buraco na parede, vê o fazendeiro e sua esposa abrindo um pacote. Pensou logo no tipo de comida que haveria ali.

Ao descobrir que era uma ratoeira ficou aterrorizado.



Correu ao pátio da fazenda advertindo a todos:

- Há uma ratoeira na casa, uma ratoeira na casa !!



A galinha disse:

- Desculpe-me Sr. Rato, eu entendo que isso seja um grande problema para o senhor, mas não me prejudica em nada, não me incomoda.



O rato foi até o porco e disse:

- Há uma ratoeira na casa, uma ratoeira !

- Desculpe-me Sr. Rato, disse o porco, mas não há nada que eu possa fazer, a não ser orar. Fique tranquilo que o Sr. Será lembrado nas minhas orações.



O rato dirigiu-se à vaca. E ela lhe disse:

- O que ? Uma ratoeira ? Por acaso estou em perigo? Acho que não !



Então o rato voltou para casa abatido, para encarar a ratoeira. Naquela noite ouviu-se um barulho, como o da ratoeira pegando sua vítima.



A mulher do fazendeiro correu para ver o que havia pego.

No escuro, ela não viu que a ratoeira havia pego a cauda de uma cobra venenosa. E a cobra picou a mulher… O fazendeiro a levou imediatamente ao hospital. Ela voltou com febre.



Todo mundo sabe que para alimentar alguém com febre, nada melhor que uma canja de galinha. O fazendeiro pegou seu cutelo e foi providenciar o ingrediente principal.



Como a doença da mulher continuava, os amigos e vizinhos vieram visitá-la.

Para alimentá-los, o fazendeiro matou o porco.



A mulher não melhorou e acabou morrendo.

Muita gente veio para o funeral. O fazendeiro então sacrificou a vaca, para alimentar todo aquele povo.



“Na próxima vez que você ouvir dizer que alguém está diante de um problema e acreditar que o problema não lhe diz respeito, lembre-se que quando há uma ratoeira na casa, toda fazenda corre risco. O problema de um é problema de todos."Sergio Ferreira Pantaleão é Advogado, Administrador, responsável técnico pelo Guia Trabalhista e autor de obras na área trabalhista e Previdenciária.


Uma ótima reflexão para todos!

quinta-feira, 6 de dezembro de 2012

SOLUÇÕES SIMPLES QUE A EMPRESA NÃO ACREDITA EXISTIR...


                                                                                                      E A ENGENHARIA NÃO ENXERGA



Num mercado globalizado e tão competitivo acreditamos não existir soluções simples ou inovações que não demandem um orçamento milionário. Tudo que se possa pensar ou imaginar em criar parece já ter sido realizado e "fazer diferente" sem gastar muito é algo quase inatingível.

Qual profissional que não enfrenta este tipo de situação diuturnamente? Quantas indagações, questionamentos sobre um processo industrial que já passou do tempo de ser alterado, modernizado, de forma a atender ao planejamento de produção de maneira eficiente, rápida e com menor custo?

O que enxergamos, muitas vezes, é que enquanto os concorrentes se mostram dinâmicos, audazes, inovadores, que parecem dispor de milhões em investimentos e pessoal qualificado, nossa empresa permanece na mesma, sem mudanças, sem condições de contratar pessoas mais qualificadas e, consequentemente, perdendo mais uma boa parcela da fatia de mercado.

Mais desafiador que pensar que não possui os mesmos recursos de que o concorrente parece dispor, é desconhecer dos próprios recursos, não saber da qualificação, da competência e da capacidade pessoal dos recursos humanos e, por conta disso, utilizar estes recursos de forma ineficiente.

Parece que temos uma tendência a "achar" que somos piores que outros, e isso ocorre quando falamos do país em relação a outros que se dizem melhores, quando comparamos as empresas em que trabalhamos em relação às concorrentes, aos produtos que produzimos em relação aos similares, e até mesmo nas questões pessoais.

É preciso superar estes paradigmas e passar a ter um espírito positivo e empreendedor. O mesmo espírito que você (profissional) tinha quando conquistou aquele emprego e que foi destaque no jornal da família, espalhando para a mãe, irmão, irmã, esposa e vizinhos, que encontrou o emprego da sua vida e que tudo a partir daquele momento iria mudar.

É este espírito que possibilita você enxergar soluções para problemas que parecem ser impossíveis de resolver, ou que a solução só se basta a um elevado orçamento.

Há um ditado comum que diz: "santo de casa não faz milagre". Que bom se fosse apenas um ditado. Muitas empresas desacreditam no seu pessoal e por isso, deixam de ouvir e buscar soluções internas, muitas vezes investindo milhões em recursos externos.

Até a área de engenharia, muitas vezes, tenta buscar soluções sem ouvir a base, sem conhecer exatamente o que está ocorrendo no âmbito operacional, imaginando que a solução está além do conhecimento de um simples operador.

De forma alguma se está repudiando ao que seja novo, à tecnologia, ou tentando evitar investir em profissionais especializados e recursos que se sabe, são importantes e até imprescindíveis para o desenvolvimento organizacional, mas apenas despertando uma forma de encontrar o novo se utilizando dos recursos que já estão disponíveis na empresa, o que é claramente possível.

É preciso que a empresa, as áreas técnica, gerencial, administrativa e operacional estejam sempre em sintonia, em harmonia. Senão for assim, de que adianta aquela placa contendo a visão, missão e valores da empresa?

As soluções dos problemas, as inovações operacionais, o desenvolvimento de produtos ou a adaptação destes a mercados emergentes, a estratégia de novos negócios decorrem, inevitavelmente, desta sintonia. Supere o paradigma e permita que o santo de casa possa sim, fazer muitos milagres, sob pena deste santo realizar um milagre para o concorrente e lá, se tornar um problema maior do que já é em não lhe permitir ser ouvido.

Transcrevemos três situações as quais nos remetem a rever a forma de pensar e de buscar soluções. Ideias simples, mas que para a empresa ou mesmo para a engenharia, seria impossível de atingir sem demandar um orçamento milionário. Independente da veracidade dos casos, o que se busca é despertar novas soluções para situações que ocorrem no dia a dia de qualquer empresa e que demanda atenção.


Caso 1 - A NASA

Quando, antes dos anos 60, a NASA iniciou o envio de astronautas para o espaço, advertiram que as suas “esferográficas” (bolígrafos) não funcionariam à gravidade zero, dado que a tinta não desceria à superfície onde se desejaria escrever.

Ao fim de 6 anos de testes e investigações, que exigiu um gasto de 12 milhões de dólares, conseguiram desenvolver uma esferográfica que funcionava em gravidade zero, debaixo de água, sobre qualquer superfície incluindo vidro e num leque de temperaturas que iam desde abaixo de zero até 300 graus centígrados.

Os Russos, pelo seu lado, esqueceram e descartaram as esferográficas “bolígrafos” e, simplesmente deram lápis às suas tripulações para que pudessem escrever sem problemas.

Caso 2 - O EMPACOTADOR DE SABONETES

Em 1970, um cidadão japonês enviou uma carta a uma fábrica de sabonetes de Tokio, reclamando ter adquirido uma caixa de sabonetes que, ao abri-la, estava vazia. A reclamação colocou em marcha todo um programa de gestão administrativa e operativa; os engenheiros da fábrica receberam instruções para desenhar um sistema que impedisse que este problema voltasse a repetir-se.

Depois de muita discussão, os engenheiros chegaram ao acordo de que o problema tinha sido desencadeado na cadeia de empacotamento dos sabonetes, onde uma caixa em movimento não foi cheia com o sabonete respectivo.

Por indicação dos engenheiros desenhou-se e instalou-se uma sofisticada máquina de raios "X" com monitores de alta resolução, operada por dois trabalhadores encarregados de vigiar todas as caixas de sabonete que saíam da linha de empacotamento para que, dessa maneira se assegurasse de que nenhuma ficaria vazia. O custo dessa máquina superou os 250.000,00 dólares.

Quando a máquina de raios "X" começou a falhar ao fim de cinco meses de ser operada pelos três turnos da empresa, um trabalhador da área de empacotamento pediu emprestado um potente ventilador (ventoinha) e apenas o apontou na direção da parte final da passadeira transportadora. Á medida que as caixinhas avançavam nessa direção, as que estavam vazias simplesmente saíam voando da linha de empacotamento, por estarem mais leves.

Caso 3 - O HOTELEIRO de Nova York

O gerente geral de uma cadeia hoteleira americana viajou pela segunda vez para Seul no lapso de um ano. Ao chegar ao hotel onde devia hospedar-se foi recebido calorosamente com um "bem vindo novamente senhor, que bom vê-lo mais uma vez em nosso hotel".

Duvidando de que o recepcionista tivesse tão boa memória e surpreendido pela recepção, propôs-se que - no seu retorno a New York - imporia igual sistema de tratamento ao cliente na cadeia hoteleira que administrava. No seu regresso convocou e reuniu todos os seus gerentes pedindo-lhes para desenvolver uma estratégia ad-hoc (locução latina que significa "para isso") para tal pretensão.

Os gerentes decidiram implementar um software de reconhecimento de rostos, base de dados atualizada dia a dia, câmaras especiais, com um tempo de resposta em micro segundos, assim como a pertinente formação dos empregados, etc., cujo custo aproximado seria de 2,5 milhões de dólares.

O gerente geral descartou a ideia devido aos elevados custos. Meses depois, na sua terceira viagem a Seul, tendo sido recebido da mesma maneira, ofereceu uma boa gratificação ao recepcionista para que lhe revelasse como o faziam.

O recepcionista disse-lhe então: “Repare senhor, aqui temos um acordo com os taxistas do aeroporto. Durante o trajeto eles perguntam ao passageiro se já se hospedou antes neste hotel, e se a resposta é afirmativa, eles depositam as malas do hóspede do lado direito do balcão de atendimento. Se o cliente chega pela primeira vez, as suas malas são colocadas do lado esquerdo. O taxista é gratificado com um dólar pelo seu trabalho".

As empresas que colocam em prática a interação das equipes de trabalho e busca extrair todo conhecimento teórico e prático que os recursos humanos possuem, encontram tais soluções, superando os concorrentes que muitas vezes, imaginam que foram a custo de alto orçamento, quando na verdade, apenas concederam a oportunidade destes profissionais realizar o trabalho para o qual foram contratados.

Sergio Ferreira Pantaleão é Advogado, Administrador, responsável técnico pelo Guia Trabalhista e autor de obras na área trabalhista e Previdenciária.

sexta-feira, 19 de outubro de 2012

Grandes amigos podem de fato se envolver emocionalmente?


ANA CAROLINA DE FREITAS NOTÍCIAS -


Escritor e psicólogo Alexandre Bez analisa o comportamento de casais que nasceram a partir da amizade 

A relação entre amigos do sexo oposto, sem envolver qualquer interesse de relacionamento amoroso, é visto por muitos como impossível. Por isso este assunto é tão abordado nas telas de cinema e novelas, como no filme “O casamento do meu melhor amigo”. O longa conta a estória de Julianne (Julia Roberts), que se vê abalada ao saber que seu melhor amigo Michael (Dermot Mulroney) vai casar nos próximos dias. Diante dessa situação Julianne passa a sentir muitos ciúmes e se dá conta que sempre foi apaixonada por ele. 

Na vida real, quando isso acontece, inúmeras dúvidas e medos tomam conta da mente dos envolvidos. Fatores inconscientes presentes, como o desejo recalcado; dilemas pessoais repousados no passado; fraquezas emocionais armazenadas nos pensamentos mais secretos são frequentes nessas situações. 

O desejo pode remeter a pessoa a se aproximar de seu amigo(a), mas agindo através de uma postura completamente antagônica a de que realmente gostaria. Essa ação pode ser proposital (consciente), ou não programada (inconsciente). A finalidade de ambos é estar perto e participando da vida do outro. Vale ressaltar, entretanto, de que não é só o puro romantismo pelo amigo(a) que deve ser destacado. Muitas vezes o sujeito se deixa levar pelo desejo de passar apenas uma noite com a pessoa. 

A amizade, enquanto unidade relacional verdadeira, pode também constar como atuante na tarefa de se aproximar mais profundamente do outro. Nesse caso, portanto, eventuais decepções amorosas (por não ter dado certo), ou sofrimentos (pela não correspondência), estarão automaticamente descartados. A situação da proximidade amistosa fica mais confortável quando é composta por uma unidade de sentimentos e desejos dos dois, podendo ainda se tornar um pesadelo aos amigos, quando esses sentimentos são alimentados por somente uma das partes. Quando a paixão for intensa a atitude do amigo (a) pode ser baseada na inconveniência, já quando há as questões e sentimento mais nobres como o amor, a tolerância é maior, pois existe paciência permeando a relação.

Em todos os casos, onde a origem intencional da atitude de estar mais presente na vida do amigo(a) for idônea, é confortante e positivo. No entanto, a necessidade do entendimento de que um possível revés sentimental pode ocorrer se faz necessária, justamente pela carência da natureza da reciprocidade sentimental. Antes de “mergulhar de cabeça na relação" é conveniente saber distinguir e conhecer os sentimentos e as intenções do outro para não ficar navegando cegamente e com falsas e/ou ilusórias esperanças num profundo e imenso mar azul, ou seja, os amigos só podem se envolver quando o desejo for comum aos dois.

Confira algumas dicas do especialista:

• Distingue se o sentimento que existe é um amor conjugal, ou apenas um carinho normal entreamigos.
• Antes de tomar qualquer atitude mais avançada em relação ao seu amigo(a), certifique-se de que ele(a) será solicito(a) à origem de seu desejo, caso contrário desista da abordagem para não perder a amizade.
• Você pode se aproximar do seu amigo(a), mas este não é obrigado a corresponder com os mesmos desejos. Por isso, vá com calma para não se magoar.
• Mantenha sempre o respeito, assim como o interesse na relação deve ser sempre pontuado.

domingo, 14 de outubro de 2012

CHIQUE É... CRER EM DEUS!

                                                                      Belo artigo. Vale a pena ler até o fim. Recebi de uma amiga e estou repassando por considerar uma ótima reflexão.
                     
 SER CHIQUE SEMPRE - GLÓRIA KALIL  


Nunca o termo "chique" foi tão usado para qualificar pessoas como nos dias de hoje.


A verdade é que ninguém é chique por decreto. E algumas boas coisas da vida, infelizmente, não estão à venda. Elegância é uma delas.
Assim, para ser chique é preciso muito mais que um guarda-roupa ou closet recheado de grifes famosas e importadas. Muito mais que um belo
carro Italiano.


O que faz uma pessoa chique, não é o que essa pessoa tem, mas a forma como ela se comporta perante a vida.


Chique mesmo é ser discreto.
Quem não procura chamar atenção com suas risadas muito altas, nem por seus imensos decotes e nem precisa contar vantagens, mesmo quando estas são verdadeiras.


Chique é atrair, mesmo sem querer, todos os olhares, porque se tem brilho próprio.


Chique mesmo é ser discreto, não fazer perguntas ou insinuaçõe inoportunas, nem procurar saber o que não é da sua conta.


É evitar se deixar levar pela mania nacional de jogar lixo na rua.


Chique mesmo é dar bom dia ao porteiro do seu prédio e às pessoas que estão no elevador.
É lembrar-se do aniversário dos amigos.


Chique mesmo é não se exceder jamais!
Nem na bebida, nem na comida, nem na maneira de se vestir.


Chique mesmo é olhar nos olhos do seu interlocutor.


É "desligar o radar", "o telefone", quando estiver sentado à mesa do restaurante, prestar verdadeira atenção a sua companhia.


Chique mesmo é honrar a sua palavra, ser grato a quem o ajuda, correto com quem você se relaciona e honesto nos seus negócios.


Chique mesmo é não fazer a menor questão de aparecer, ainda que você seja o homenageado da noite!


Chique do chique é não se iludir com "trocentas" plásticas do físico... quando se pretende corrigir o caráter: não há plástica que salve grosseria, incompetência, mentira, fraude, agressão,intolerância, ateísmo...falsidade.


Mas, para ser chique, chique mesmo, você tem, antes de tudo, de se lembrar sempre de o quão breve é a vida e de que, ao final e ao cabo,
vamos todos terminar da mesma maneira, mortos sem levar nada material deste mundo.




Portanto, não gaste sua energia com o que não tem valor, não desperdice as pessoas interessantes com quem se encontrar e não
aceite, em hipótese alguma, fazer qualquer coisa que não lhe faça bem, que não seja correta.


Lembre-se: o diabo parece chique, mas o inferno não tem qualquer glamour!


Porque, no final das contas, chique mesmo é Crer em Deus!


Investir em conhecimento pode nos tornar sábios... mas, Amor e Fé nos tornam humanos!


GLÓRIA KALLIL

domingo, 12 de agosto de 2012

NÃO ESTÁ NO AURÉLIO














                                                               “Nosso coração sabe imediatamente aquilo que nossa mente custa a descobrir." 

sábado, 11 de agosto de 2012

FILHOS BRILHANTES ALUNOS FASCINANTES



                                                                  Bons filhos conhecem o prefácio da história de seus pais Filhos brilhantes vão muito mais longe, conhecem os capítulos mais importantes das suas vidas.

Bons jovens se preparam para o sucesso. Jovens brilhantes se preparam para as derrotas. Eles sabem que a vida é um contrato de risco e que não há caminhos sem acidentes.

Bons jovens têm sonhos ou disciplina. Jovens brilhantes têm sonhos e disciplina. Pois sonhos sem disciplina produzem pessoas frustradas, que nunca transformam seus sonhos em realidade, e disciplina sem sonhos produz servos, pessoas que executam ordens, que fazem tudo automaticamente e sem pensar. 

Bons alunos escondem certas intenções, mas alunos fascinantes são transparentes. Eles sabem que quem não é fiel à sua consciência tem uma dívida impagável consigo mesmo. Não querem, como alguns políticos, o sucesso a qualquer preço. Só querem o sucesso conquistado com suor, inteligência e transparência. Pois sabem que é melhor a verdade que dói do que a mentira que produz falso alívio. A grandeza de um ser humano não está no quanto ele sabe mas no quanto ele tem consciência que não sabe. 

O destino não é frequentemente inevitável, mas uma questão de escolha. Quem faz escolha, escreve sua própria história, constrói seus próprios caminhos. 

Os sonhos não determinam o lugar onde vocês vão chegar, mas produzem a força necessária para tirá-los do lugar em que vocês estão. Sonhem com as estrelas para que vocês possam pisar pelo menos na Lua. Sonhem com a Lua para que vocês possam pisar pelo menos nos altos montes. Sonhem com os altos montes para que vocês possam ter dignidade quando atravessarem os vales das perdas e das frustrações. Bons alunos aprendem a matemática numérica, alunos fascinantes vão além, aprendem a matemática da emoção, que não tem conta exata e que rompe a regra da lógica. Nessa matemática você só aprende a multiplicar quando aprende a dividir, só consegue ganhar quando aprende a perder, só consegue receber, quando aprende a se doar. 

Uma pessoa inteligente aprende com os seus erros, uma pessoa sábia vai além, aprende com os erros dos outros, pois é uma grande observadora. 

Procurem um grande amor na vida e cultivem-no. Pois, sem amor, a vida se torna um rio sem nascente, um mar sem ondas, uma história sem aventura! Mas, nunca esqueçam, em primeiro lugar tenham um caso de amor consigo mesmos.Augusto Cury

As marcas das palavras



                                                  





                                                             Amamos nossos filhos, queremos o melhor para eles, mas às vezes agimos como se o amor encobrisse o peso das nossas palavras e ações. Não temos consciência do quanto os atingimos com o que fazemos e dizemos a acho que eles também não tem . A palavra é um instrumento, e como tal, tanto pode ser usada para o bem quanto para o mal. Ela também tem o poder de destruir, arruinar, deprimir, de causar toda sorte de dor à alma de alguém, podendo deixar profundas marcas.


Além da força que a palavra traz em si, sua influência pode ser muito mais devastadora dependendo de quem as profere, do significado que tem para nós a pessoa que a proferiu. Uma criança, por exemplo, pode ficar muito ferida com o que um colega tenha dito, ou até um desconhecido. Mas quando certas coisas são ditas pelos pais ou pelos filhos, a força é extremamente maior, o significado é muito mais forte, deixam raízes muito mais profundas.


Palavras duras despertam raiva levando a atitudes de rebeldia. "... A palavra dura suscita a ira".(Pv 15. 1) 


As pessoas são criticadas por suas atitudes, mas ninguém sabe das mágoas que motivam estas ações. Certas palavras ditas pelos pais e filhos deixam feridas abertas por longos anos ou para sempre levando os mesmos a agirem de forma a serem julgados mal, por todos. 


Muitos vezes apanhei e claro fiquei magoada sim, mas isso não me fez uma pessoa má e sem ética. As palavras certamente ferem mais que a vara. hoje tenho certeza disso!


Não estou defendendo que a melhor maneira de resolver as coisas é batendo. Acredito que na maioria das vezes não resolve nada. Como já disse, estou apenas tentando mostrar que determinadas palavras têm o poder de ferir muito mais que muitas varadas. A dor do corpo pode passar com o tempo, mas a dor da alma, às vezes, nem o tempo pode curar.


"Numa conversa que ouvi entre dois garotos, um deles disse:"


- "Eu prefiro quando meu pai me bate do que quando ele zanga comigo".


É claro que boa coisa ele não devia ouvir. O fato de a criança apanhar dá a ela a sensação de ter pagado pelo erro, alivia a consciência. Mas quando ouve uma bronca dos pais, dependendo do que eles dizem, sua culpa se torna maior. ( será?)




"O diálogo é a melhor solução. Porém, se não conseguirmos evitar uma atitude mais enérgica, é importante lembrar que não podemos bater de qualquer jeito. Quando um pai bate, por exemplo, no rosto de um filho, a única coisa que ele consegue é humilhar e despertar muita raiva na criança". Mas alguém já perguntou ao pai ou a mãe porque ele bateu no rosto do seu filho?


Quando um pai bate, movido pelo ódio, corre o risco de passar dos limites e se arrepender depois, além de não conseguir ensinar a criança o que ela precisava aprender. Mas como controlar a raiva das coisas que o filho fala? Existe alguma formula?


A Bíblia nos ensina a não usar as mãos para bater numa criança e sim a vara. É porque as mãos têm que estar associadas ao carinho, ao afeto e não à agressividade. Talvez a Bíblia se refira a vara porque naquela época não havia chinelos. As sandálias eram de couro e amarradas aos pés, o que deveria dificultar seu uso para estes fins, e as varas deveriam existir com fartura. Para os que vivem numa cidade grande, fica difícil conseguir varas, por isto o chinelo é o que funciona. "Nem sempre"!


Num congresso de terapia familiar, há algum tempo, alguém perguntou a um importante terapeuta se ele era a favor de se bater nos filhos. Ele respondeu que não aconselha nenhum pai ou mãe a agir desta forma, mas disse que quando era criança levou uma surra de seu pai, por ter feito algo muito errado. E acrescentou que hoje é um homem de bem, que não entrou num caminho errado graças à atitude enérgica de seu pai. " Vai entender"!


É preciso ter ponderação, saber a melhor maneira de agir em cada situação. Isso é muito difícil! Quem bate por qualquer coisa, com o tempo perde o respeito dos filhos. Eles se acostumam com as surras. E quando não se bate por qualquer coisa e eles fazem coisas absurdas . O que devemos fazer?
Com bom senso, cada um pode encontrar a forma mais adequada de agir em cada momento. E quando usamos todo o bom senso do mundo e eles não querem entender de forma alguma. O que devemos fazer?


Seja qual for a situação, é preciso ter consciência de que não podemos agir impulsivamente. Não podemos nos esquecer de que ferimos, com atitudes e com palavras, de forma marcante. Porem eles podem tudo!


Mesmo já tendo usado o chinelo algumas vezes, eu creio que podemos ensinar qualquer coisa aos filhos com diálogo, carinho e compreensão. Não podemos não infelizmente...




Texto reproduzido, e adaptado de acordo com o que estou vivendo nesse momento... Com permissão, do livro O Poder da Palavra dos Pais, de autoria da Dª Elizabeth Pimentel. Paulínia, SP: Apta Edições, 2005, 4ª ed..

Limites, sim ou não?



                                                                                  Como saber a hora de dizer sim e a hora de dizer não? Aliais, perguntam-se, aflitos, muitos pais, há, de acordo com essas novas teorias, realmente uma hora de dizer não? Negar alguma coisa para os filhos parece um crime, um verdadeiro pecado atualmente, ou, no mínimo, um ato autoritário, um modelo antiquado de educar.

Muitos pais ficam com dificuldades ao tentarem colocar em prática aquelas ideias tão lindas que tinham em mente ao iniciarem o longo e delicado caminho da formação das novas gerações: “comigo vai ser tudo diferente; . não vou ser igual aos meus pais em nada...” afirmam, convictos.  Cheios de boas intenções lá vão eles e ... de repente, as coisas deixam de ser tão simples e fáceis. Ao contrário. O dia a dia parece se tornar muito, mas muito complicado mesmo.  Aí meu Deus, o que fazer?

Onde foi que eu errei? Perguntam – se, desesperados, os pais. Afinal, conversam , explicam, não agridem, não impõem, não batem , não castigam... e no fim, a vida está virando um verdadeiro inferno, quanto mais fazem ,  mais os filhos querem que se faça, já não sabem mais o que dizer, como agir, estão desesperados! Um belo dia, percebem se, admirados, a dizer “no meu tempo não era assim”, aquela frase odiável que ouviram tantas vezes e agora, quem diria, eles próprios a estão  dizendo, e o que é pior, resolveram “virar a mesa”, estão castigando os filhos, berrando, se descabelando, irritados, perdidos...

Parece o fim do mundo! Parece. Mas, felizmente, não é.

      É fundamental acreditar que dar limites aos filhos é iniciar o processo de compreensão e apreensão do outro. Ninguém pode respeitar seus semelhantes se não aprender  quais são os seus limites – e isso inclui compreender que nem sempre se pode fazer tudo que se deseja na vida. É necessário que a criança interiorize a ideia de que poderá fazer muitas, milhares, a maioria das coisas que deseja – mas nem tudo e nem sempre. Essa diferença pode parecer sutil, mas é fundamental. Entre satisfazer o próprio desejo e pensar no direito do outro, muitos tendem a preferir satisfazer o próprio desejo, ainda que por vezes, prejudique alguém.

      E nós os pais, queremos muito ver nossos filhos crescendo no rumo da felicidade, não queremos?  Então temos de ajudá-los  nisso.
      Porque ninguém, ao vir ao mundo, sabe o que é certo e o que é errado.  O ser humano, ao nascer, não tem ainda ética definida. E somos nós especialmente nós, os pais, que temos esta tarefa fundamental e espetacular – passar para as novas gerações esses conceitos tão importantes e que conferem ao homem sua humanidade.

      Então, se estamos todos de acordo, mãos à obra! Vai valer a pena!

     Trechos do livro, Limites sem trauma, de Tânia Zagury

sábado, 4 de agosto de 2012

DA SERVIDÃO MODERNA





                                                                                                                       Segundo o documentário “Da servidão moderna”, de Jean-François Brient, que está na internet com um apelo marxista, a escravidão não terminou, apenas mudou sua ideologia. A escravidão moderna é voluntária. O novo escravo escolhe o amo que ele quer servir, e com isso se julga livre. Estranha modernidade, diz o documentário, uma classe que não quer enxergar a sua servidão, não conhecem a rebelião. Não lutam mais pela sobrevivência ou por um lugar ao sol, lutam por um objeto que lhes deem status social. A aglomeração em que vive e mora o escravo moderno, é reflexo da servidão. Semelhante a jaulas e prisões. O escravo moderno paga por sua jaula, e nela acumula mercadoria, sonhando em ser feliz. A ideologia de massa despoja cada ser de si mesmo. Não é mais a demanda que determina a oferta, mas sim a oferta que determina a demanda. E assim o escravo compra o que lhe é imposto – o modelo novo de celular, o carro com alta tecnologia. O velho computador não serve mais, o escravo moderno precisa de um computador de última geração, mesmo que seja só para acessar o Facebook. O escravo moderno não está no comando da situação, a situação comanda o escravo. A cada instante surgem novas necessidades para o escravo moderno, e é mais fácil aceitar a demanda imposta pelo mercantilismo do que lutar contra ela. E o que dizer da alimentação do escravo moderno, é quando ele se alimenta que demonstra melhor o estado de sua decadência. Sem tempo para se alimentar melhor, o escravo moderno se obriga a engolir rápido o que a indústria agropecuária produz. Consome o que a indústria da falsa abundância lhe permite consumir. A falsa ilusão da abundância de escolha pelos alimentos disfarça a degradação dos conservantes e corantes, dos pesticidas e hormônios. Irmãos menores, parafraseando São Francisco, são mortos cruelmente para servir de alimento. Mas o escravo moderno não se importa com isso. A regra do consumo é o prazer imediato. Como resultado deste prazer, o escravo está se tornando obeso. A produção de energia, de alimento e de lixo, está acabando com o planeta. As mudanças em termos de cuidados para com a natureza planetária são superficiais. E tudo continua como era antes. Para o escravo moderno não se rebelar contra o sistema consumista, houve uma inversão de valor. No passado, o trabalho era para quem não tivesse nobreza. Hoje, o trabalho enobrece o homem. Com esse pensamento o escravo alienou-se mais ainda. Com tanto trabalho, passam a vida a produzir aquilo que somente alguns terão direito de usufruir. Triste servidão! Obedecer, produzir e consumir, eis a regra. O escravo moderno obedece aos pais, obedece aos professores, obedece ao patrão. “De tanto obedecer, adquire reflexos de submissão”. Da obediência surge o medo de aventurar-se, medo de arriscar-se. O escravo moderno não sabe viver sem o poder que o criou, por isso ele continua a obedecer. O poder que governa o mundo tem o consentimento do escravo moderno, ele está disposto a pagar o preço por todo esse consumismo. O escravo moderno também precisa de um Deus, por isso entrega sua alma ao deus do dinheiro. Em nome desse novo deus, o escravo moderno estuda, trabalha, luta e serve fielmente. Em nenhum outro tempo alguém serviu tanto a um Deus como nos dias de hoje. O escravo moderno entende que o novo deus o libertará. Como se o dinheiro andasse de mãos dadas com a liberdade. O novo deus ninguém ousa recriminar. E assim a forma de poder forma escravos para o novo deus desde a infância. Crianças aprendem pela televisão que é possível usar daquilo que é mais baixo para vender qualquer coisa. Vender é tudo o que importa ao sistema consumista. O consumismo está acabando com o planeta.

O GRANDE MAL DO SÉCULO




                                                                                  Qual será o grande mal deste século? Com certeza será aquele que matará um número maior de pessoas. Entre os concorrentes ao primeiro lugar estão as drogas, a guerra no trânsito e a depressão. Uma briga de Titãs, onde seres humanos perdem suas vidas, dignidade e decência. A desestrutura familiar, pessoal, problemas na educação, insegurança, imaturidade, irresponsabilidade, ausência de valores, falta de ideal, modismo, ou simplesmente por não saber o que fazer com a própria vida, são apontados como os grandes vilões na história das drogas. Drogas são substâncias químicas e, em grande parte, responsáveis pela violência que assola o Brasil. Entre as drogas o Crack tem se demonstrado a mais devastadora devido a rapidez com que causa dependência e degeneração físico e mental, levando rapidamente seu usuário a morte. Por um motivo ou por outro, o Crack está se tornando a maior de todas as “epidemias” que já assolaram este planeta. Mas tem quem pense que o mal do século será a depressão. A melancolia do passado sobreviveu ao tempo, passeou pelo medievo com o nome de “loucura” e chegou ao nosso século. Quem ainda não tomou remédio para esse mal? O problema se tornou grave por não haver diferenciação entre quem realmente tem necessidade de química para regular seu humor, e quem está apenas triste. Afinal, viver não é fácil! Por isso um número cada vez maior de pessoas apostam em antidepressivos para encontrar a felicidade. Um remédio e pronto, tudo estará resolvido. Mas, no mundo do artificial, onde o ser humano uniu-se de forma parabiótica a máquina, e se tornou assim ciborg, a alegria também tende a se tornar igualmente artificial, movida por drogas, bebida alcoólica e antidepressivos, e, é claro, Viagra. E o que dizer da guerra diária?! Quem não se sente um sobrevivente no final do dia ao chegar em casa? Ufa! Cheguei! Não é assim mesmo? O Brasil produz o equivalente a uma cidade de mutilados do trânsito quase que diariamente. Uma verdadeira carnificina divulgada diariamente nos jornais de todo Brasil. Para piorar a situação, o governo brasileiro acredita que vai resolver o problema criando novas leis. Criar leis é fácil, o difícil é encontrar quem as cumpra. O lamentável da história é que a situação está para piorar, pois aumenta a cada ano o número de carros, de motos, de drogados e, sobretudo, de infelizes em busca da tal felicidade.

sábado, 30 de junho de 2012

Mude a Sua Vida na Direção Que Você Quer Ir


                                                 Faz tempo que você sabe que precisa fazer algumas mudanças na sua vida, mas se sente sobrecarregado ou não sabe por onde começar?


O que você mais gostaria de mudar em sua vida?

Você está preparado para um novo começo?

Você está pronto para fazer esta mudança?

O modelo de Consultoria Holística (corpo, mente, emoções e consciência espiritual) é uma abordagem integrativa de Bem estar que se destinam as pessoas que buscam:
Auto-conhecimento;
Transição de carreira;
Desenvolvimento pessoal;
Elaboração de metas, objetivos e projetos;
Bem estar emocional, mental, físico e espiritual;
Qualidade, equilíbrio e harmonia em todos os setores da vida;
Novos rumos e/ou mudanças significativas;
Superar um desafio particular (auto-estima baixa, apego ao passado, instabilidade emocional, desmotivação, bloqueios sexuais).
Se você reconhece a necessidade de investir construtiva e sistematicamente em você, então faça isso!

Autoconfiança - Mude A Sua Atitude E Mude A Sua Vida




                                                 Você se sente competente para lidar com os desafios básicos da vida e em ser digno de felicidade?



Os desafios básicos da vida incluem aspectos fundamentais, como ser capaz de ganhar a vida e cuidar de si mesmo independente do mundo, ser competente nas relações humanas, de modo que nossas interações com os outros sejam, na maioria das vezes, mutuamente satisfatória e ter a resiliência que permite recuperar-se das adversidades e perseverar as próprias aspirações.

Isso tudo só é possível se a necessidade humana básica e essencial para o desenvolvimento normal e saudável existir: a AUTOESTIMA!

A autoestima consiste em dois componentes: 1) auto-eficácia, ou a confiança na nossa capacidade de pensar, aprender, escolher e tomar decisões apropriadas e 2) auto-respeito, ou a confiança em nosso direito de ser feliz, e na crença de que a  realização, o sucesso, a amizade, o amor e o respeito  são adequados para nós.

Auto estima positiva funciona, na prática, como o fornecimento de resistência, força e uma capacidade de regeneração. Quando a auto-estima é baixa, a nossa resistência em face dos problemas da vida é diminuída. Nós  tendemos a ser mais influenciados pelo desejo de evitar a dor do que experimentar a alegria; aqui os aspectos negativos têm mais poder sobre nós do que os positivos.


Se não acreditamos em nós mesmos, se não nos sentirmos bons o suficiente e competentes - nem na nossa eficácia nem em nossa bondade - o mundo se torna um lugar assustador.

A auto-estima fortalece, energiza, motiva. Inspira-nos a alcançar nossas metas e nos permite ter o prazer das nossas conquistas.

Autoconfiança - Mude A Sua Atitude E Mude A Sua Vida

terça-feira, 19 de junho de 2012

A morte de cada dia...




                                                         Em um artigo muito interessante, Paulo Angelim, que é arquiteto, pós-graduado em Marketing, dizia mais ou menos o seguinte:

"Nós estamos acostumados a ligar a palavra morte apenas à ausência de vida, e isso é um erro . Existem outros tipos de morte e precisamos morrer todos os dias. A morte nada mais é do que uma passagem, uma transformação. Não existe planta sem a morte da semente, não existe embrião sem a morte do óvulo e do esperma, não existe borboleta sem a morte da lagarta, isso é óbvio! A morte nada mais é do que o ponto de partida para o início de algo novo:

"É a fronteira entre o passado e o futuro..."

Se você quer ser um bom universitário, mate dentro de você o secundarista aéreo, que acha que ainda tem muito tempo pela frente.

Quer ser um bom profissional?
Então mate dentro de você o universitário descomprometido que acha que vida se resume a estudar só o suficiente para fazer as provas.

Quer ter um bom relacionamento?
Então mate dentro de você o jovem inseguro, ciumento, crítico, exigente, imaturo, egoísta ou o solteiro solto que pensa poder fazer planos sozinho, sem ter que dividir espaços, projetos e tempo com mais ninguém.

Quer ter boas amizades?
Então mate dentro de si a pessoa insatisfeita ou descompromissada, que só pensa em si mesmo. Mate a vontade de tentar manipular as pessoas de acordo com a sua conveniência. Respeite seus amigos, colegas de trabalho, vizinhos.

Enfim, todo processo de evolução exige que matemos o nosso "eu" passado, inferior.

E, qual o risco de não agirmos assim?

O risco está em tentarmos ser duas pessoas ao mesmo tempo, perdendo o nosso foco, comprometendo essa produtividade e, por fim, prejudicando nosso sucesso.

Muitas pessoas não evoluem, porque ficam se agarrando ao que eram, não se projetam para o que serão ou desejam ser. Elas querem a nova etapa, sem abrir mão da forma como pensavam ou como agiam. Acabam se transformando em projetos acabados, híbridos, adultos infantilizados".
Podemos até agir, às vezes, como meninos, de tal forma que não matemos as virtudes de criança que também são necessárias a nós, adultos, como:
brincadeira, sorriso fácil, vitalidade, criatividade, tolerância. Mas, se quisermos ser adultos, devemos necessariamente matar atitudes infantis, para passarmos a agir como ADULTOS.

Quer ser alguém (líder, profissional, pai ou mãe, cidadão ou cidadã, amigo ou amiga) melhor e mais evoluído?

Então, o que você precisa matar em si, ainda hoje, é o ''egoísmo'' e o ''egocentrismo'', para que nasça o SER que você tanto deseja ser!
Pense nisso, e morra!
Mas, ....não esqueça de nascer melhor ainda!

"Faça o que pode, com o que tem, onde estiver" ........ ( Roosevelt)

sábado, 24 de março de 2012

Autoconfiança - Mude A Sua Atitude E Mude A Sua Vida


Autoconfiança é a confiança que se tem em si mesmo, do conhecimento e suas habilidades. É a confiança do tipo: "eu posso fazer isso". "Tenho a capacidade de fazer isso".

Autoconfiança é a única coisa que é muito mais importante do que muitas outras habilidades e traços. Se você não tem autoconfiança, o que você faz nunca dá frutos.


Autoconfiança é o primeiro passo para o progresso, desenvolvimento, realização e sucesso.

Mesmo se você tem um monte de habilidades e um monte de conhecimento, se você não tem autoconfiança não pode ser um sucesso. Mas, pelo contrário, mesmo se você tiver apenas habilidade média e conhecimento, se você tiver uma infalível e verdadeira autoconfiança, as chances são que você consiga o que você quiser.

Muitos relacionamentos são sabotados quando um parceiro traz na bagagem emocional as decepções do passado e não consegue confiar no outro. Confiar no parceiro tem muito a ver com o quanto de confiança temos em nós mesmos.
Confiança é uma maneira de estar no mundo

A mudança real, a cura vem de dentro.

Trabalhe essa habilidade tão fundamental para o seu sucesso pessoal


terça-feira, 6 de março de 2012

Vencedores são mais agressivos


Segundo pesquisadores da Ohio State University, nos Estados Unidos, as pessoas são mais agressivas quando estão em melhor situação do que os outros.
Brad Bushman, co-autor da pesquisa, diz que os vencedores – aqueles que superam os outros em alguma tarefa competitiva – agem mais agressivamente conta as pessoas de quem venceram do que os perdedores contra aqueles que os superaram.
Os estudos foram realizados em parceria com duas faculdades da França, totalizando três pesquisas relacionadas envolvendo estudantes universitários.
Todas as pesquisas envolveram pessoas que acreditavam que tinham ganhado uma competição. Eles foram então direcionados para realizar um ato agressivo contra alguém que percebia ter perdido um jogo.
Os resultados mostraram que os participantes vencedores da primeira tarefa foram mais agressivos na segunda. Os perdedores, por sua vez, não agiram de forma tão agressiva.
Agora, os pesquisadores buscam descobrir se os vencedores agem de forma agressiva apenas com as pessoas que derrotaram ou com todos. Os resultados da pesquisa foram publicados na edição on-line da revista Social Psychological and Personality Science.
Fonte: UPI, 1 de março de 2012

sexta-feira, 2 de março de 2012

Diminuir as Incertezas e Garantir a Excelência dos Resultados


Por Rubens Covello


A adoção de ferramentas para medição do desempenho e da qualidade nas Instituições de Saúde, tem se tornado requisito indispensável para atingir resultados satisfatórios neste mercado cada vez mais competitivo e dinâmico.

Entre todas as razões que colocam as Instituições de Saúde diante do desafio de melhorar seu desempenho, o mais relevante é que existe uma forma de garantir o atingimento eficaz e eficiente das metas e objetivos permitindo sua sobrevivência.

Os indicadores são desenvolvidos e utilizados para sinalizar onde e quais melhoramentos podem ser efetivados para melhorar e otimizar os procedimentos realizados pela Instituição. Enfatizo sempre que o indicador tem que ser agente transformador, se não o é, o mesmo se torna somente item de controle. Muitas vezes importante, mas não com a característica provocadora de transformações.

O planejamento de um sistema de medição de desempenho, deve associar as características e atributos da prestação de serviço centrada no cliente/paciente, buscando sua satisfação ( indicadores de Qualidade ), e a avaliação do resultado de cada processo desenvolvido no atendimento ( indicadores de desempenho ). O passo inicial para obtenção destes resultados é a identificação de todos os processos organizacionais.

A identificação, descrição e análise dos processos definem responsabilidades e a conseqüente prevenção e solução dos problemas, eliminam as atividades repetitivas que não agregam valor, identificam clientes e fornecedores e principalmente reforçam a interdependência entre todos desenvolvendo o tão difícil pensamento sistêmico na Instituição.

Com certeza a mensuração dos resultados planejados para cada processo,  aplicado a toda instituição reduz significativamente as incertezas aliadas às tomadas de decisão.

Os gestores das Instituições de Saúde precisam efetuar mudanças organizacionais visando a implementação de melhores práticas. Muitos têm tentado diferentes estruturas organizacionais por meio de adaptação de atividades, capacitação dos colaboradores, adquirindo sistemas informatizados de gestão, modificando as políticas de controle, introduzindo novas tecnologias, numa tentativa de se diferenciar e melhorar seu desempenho. Entretanto, mesmo com todas estas inovações muitas continuam inseguros ao gerenciar seu desempenho.

O que contribui para este insucesso, na maioria das vezes, é a dificuldade em transpor as barreiras culturais para criação de uma atmosfera onde o compartilhamento dos dados e o conhecimento seja entendido como uma forma de buscar melhorias contínuas e garantir as metas definidas pela Instituição.

Analisando vários estudos de casos na aplicação do sistema de garantia da qualidade, percebe-se de um modo geral, que não há uma abordagem única em sua aplicação. Entretanto, existem alguns pontos em comum que devem ser considerados e unificados.

A implantação de um sistema estruturado de medição de resultados nas  instituições de saúde deve garantir a redução de custos e reforçar os procedimentos de qualidade e segurança da assistência.

Para implantar um Sistema de indicadores na Instituição é necessário:


1. Criar cultura e clima adequados;

2. Formar times com foco na estratégia;

3. Identificar todos os pontos críticos que possam afetar a segurança da prestação do serviço;

4. Normatizar as melhores práticas para cada procedimento referentes a cada processo;

5. Coletar e processar os dados e resultados;

6. Analisar criticamente;

7. Tomar decisões com base nas análises, utiliza-las no planejamento;

8. Avaliar e aprimorar sempre o sistema de indicadores.


Tenho a certeza que a única vantagem sustentável de uma empresa é aquilo que ela coletivamente sabe, a eficiência como usa e a rapidez em incorporar novos conhecimentos.

 
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