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sábado, 28 de setembro de 2013

INCA LISTA CÂNCERES QUE PODEM ESTAR RELACIONADOS AO TRABALHO




Tainah Medeiros


O levantamento de Diretrizes para a Vigilância do Câncer Relacionado ao Trabalho, publicado pelo Inca (Instituto Nacional do Câncer) na última segunda-feira, dia 30/05/2012, revelou quais são os tipos de tumores malignos que podem estar relacionados com o trabalho e o ambiente profissional. Na lista dos mais comuns estão diferentes tipos de cânceres de pele, laringe, pulmão, pele, fígado, laringe, bexiga, mama, leucemia.

Além de fatores reconhecidamente ligados ao aparecimento de tumores malignos, como exposição a radiação solar, agrotóxicos e amianto, o estudo destacou mais 112 substâncias cancerígenas. Dentre elas estão alguns itens aparentemente inofensivos, como poeira de cereais, de madeira e de couro e até mesmo medicamentos (os antineoplásicos).

Algumas profissões, que possuem contato direto com componentes químicos, estão mais propensas a desenvolver esses tumores. Os cabeleireiros, farmacêuticos e, claro, os químicos, estão entre as profissões que apresentam maiores riscos de contaminação.

Ainda de acordo com a publicação, cerca de 46% dos casos de câncer relacionados ao trabalho não são notificados, ou seja, no processo de acompanhamento da doença, não é registrada a relação entre o tumor e o ambiente profissional da pessoa. Isso acontece porque muitas vezes o paciente não faz ideia de que contraiu a doença no trabalho. Dos 113,8 mil benefícios de auxílio-doença por câncer concedidos pela Previdência Social, apenas 0,66% estava relacionado com a profissão.

Lista dos cânceres

Na lista dos tumores que podem estar relacionados com ambientes profissionais estão mais de 19 tipos de cânceres e suas diferentes linhagens. 


- Pele
- Pulmão
- Mesotelioma de pleura e peritônio
- Bexiga
- Cavidade nasal, sinonasal, nasofaringe, orofaringe, laringe
- Hematológico
- Estômago e esôfago
- Fígado
- Pâncreas
- Mama
- Cérebro e Sistema Nervoso Central


domingo, 8 de setembro de 2013

Justiça determina que SUS inicie tratamento de câncer em até 60 dias





Inclusão do diagnóstico no sistema será usado como ponto de partida para o prazo



da redação do Jornal da Saúde
com informações da Agência Brasil

A Justiça Federal determinou que o tempo máximo de espera para o início do tratamento de câncer pelo Sistema Único de Saúde (SUS) é 60 dias após a data do diagnóstico da doença. A decisão do Tribunal Regional Federal da 1ª Região anula artigo da Portaria nº 876 do Ministério da Saúde, que usava a inclusão do diagnóstico no registro do SUS como ponto de partida para a contagem do prazo.

Ricardo Salviano, defensor público federal autor da ação que ensejou a decisão, explica que depois do exame que traz o diagnóstico da doença, o paciente precisa marcar uma consulta para que um médico possa prescrever o tratamento, o que pode levar meses.

"A gente sabe a dificuldade que as pessoas têm de marcar uma consulta", disse. Salviano defende que a saúde das pessoas não pode ficar a mercê de questões burocráticas como a demora na marcação de consultas. A decisão determina que a data do resultado do exame é que vai ser o ponto de partida da contagem do prazo de 60 dias e não a consulta médica com a inclusão do diagnóstico no registro do SUS, como trazia a portaria.

A decisão mantém o texto original da Lei 12.732/2012 que está em vigor desde maio . Segundo Salviano, o legislador estabeleceu o lapso temporal de 60 dias para que o médico possa avaliar o laudo e indicar o tratamento dentro deste prazo.

O presidente da Associação Nacional dos Defensores Públicos, Gabriel Faria Oliveira, ressalta que o acesso à saúde é uma das principais demandas da Defensoria Pública da União (DPU) em todo país. Segundo ele, processos relacionados a pedidos de medicamentos de alto custo e diversos procedimentos médicos representam grande parte dos processos movidos nas unidades da DPU em todo país.

O descumprimento da lei pode submeter os gestores responsáveis a penalidades administrativas. O Defensoria Pública da União frisa que o paciente que verificar qualquer irregularidade pode procurar uma unidade para pedir ajuda.

segunda-feira, 27 de maio de 2013

Começa a valer lei dos 60 dias para tratamento de câncer



Começa a valer  lei dos 60 dias para tratamento de câncer

Prazo máximo vale para que o paciente passe por cirurgia ou inicie sessões de quimioterapia ou radioterapia


da redação do Jornal da Saúde
com informações da Agência Brasil

A partir de hoje (23), pacientes com câncer deverão iniciar o tratamento pelo Sistema Único de Saúde (SUS) até 60 dias após o registro da doença no prontuário médico. A determinação consta da Lei 12.732/12, sancionada pela presidenta Dilma Rousseff em novembro do ano passado, que entra em vigor nesta quinta-feira

Para ajudar estados e municípios a gerir os serviços oncológicos da rede pública, o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, anunciou, há uma semana, a criação do Sistema de Informação do Câncer (Siscan). O software, disponibilizado gratuitamente para as secretarias de Saúde, vai reunir o histórico do paciente e do tratamento. A previsão do governo é que, a partir de agosto, todos os registros de novos casos de câncer no país sejam feitos pelo Siscan.

Na ocasião, o ministro alertou que estados e municípios que não implantarem o sistema até o fim do ano terão suspensos os repasses feitos para atendimento oncológico. Com o objetivo de acompanhar o processo de implantação do Siscan e a execução de planos regionais de oncologia, uma comissão de monitoramento, de caráter permanente, visitará hospitais que atendem pelo SUS. O grupo vai avaliar as condições de funcionamento e a capacidade de oferecer atendimento oncológico com agilidade.

Ontem (22), o diretor-geral do Instituto do Câncer do Estado de São Paulo (Icesp), Paulo Hoff, elogiou a nova regra, mas cobrou recursos para o cumprimento da lei. De acordo com o médico, que também é professor de oncologia e radiologia da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo, nas instituições que tratam o câncer pelo SUS no estado o tempo médio entre o diagnóstico e o início do tratamento é 22 dias, abaixo do exigido pela lei. Ele disse, no entanto, que há casos em que, dependendo da localização do paciente e do tipo de tumor, o prazo pode passar de três meses.

Dados do Ministério da Saúde mostram que o SUS conta atualmente com 277 serviços habilitados em oncologia, sendo 134 no Sudeste, 63 no Sul; 48 no Nordeste, 20 no Centro-Oeste e 12 no Norte. As unidades oferecem radioterapia, quimioterapia e cirurgia oncológica.

Atualmente, 78% dos pacientes com câncer em estágio inicial recebem tratamento em até 60 dias. Desses, 52% conseguem ser atendidos em 15 dias. Entre os pacientes com câncer em estágio avançado, 79% recebem tratamento em até 60 dias. Chega a 44% os que conseguem ser atendidos em 15 dias.

A estimativa do ministério é que o país registre este ano 518 mil novos casos de câncer. A previsão é que 60.180 homens tenham câncer de próstata e 52,6 mil mulheres sejam diagnosticadas com câncer de mama. Depois das doenças cardiovasculares, o câncer é a doença que mais mata no país.

Em 2010, 179 mil pessoas morreram em decorrência da doença. O câncer dos brônquios e do pulmão foi o tipo que mais matou (21.779), seguido do câncer do estômago (13.402), de próstata (12.778), de mama (12.853) e de cólon (8.385).

quinta-feira, 21 de março de 2013

Crescimento da próstata atinge um em cada quatro homens a partir de 50 anos



Um levantamento feito pela unidade de saúde mostrou que 25% dos homens, a partir desa faixa etária, apresentaram um quadro de hiperplasia prostática benigna, que provoca um aumento da próstata. A partir dos 65 anos, o problema chega a atingir 30% dos homens e após os 80 anos a taxa de incidência da doença é 90%.



Um em cada quatro homens, a partir de 50 anos de idade, atendidos no Ambulatório de Urologia do Centro de Referência da Saúde do Homem, em São Paulo, sofre de doença na próstata. Um levantamento feito pela unidade de saúde mostrou que 25% dos homens, a partir desa faixa etária, apresentaram um quadro de hiperplasia prostática benigna, que provoca um aumento da próstata. A partir dos 65 anos, o problema chega a atingir 30% dos homens e após os 80 anos a taxa de incidência da doença é 90%.

“Na verdade, 25% dos homens ao redor dos 50 anos têm hiperplasia benigna da próstata com algum tipo de repercussão clínica”, disse o médico Joaquim de Almeida Claro, coordenador do centro. Em entrevista, ele explicou que a causa da hiperplasia ainda é desconhecida. “Ainda não sabemos a causa, mas sabemos que ela ocorre e está intimamente relacionada à idade”.

A próstata, que pesa cerca de 20 gramas, é responsável pela produção do esperma. Ao longo dos anos, informou o centro, o crescimento da glândula é normal, mas quando as células prostáticas começam a invadir os tecidos vizinhos, a bexiga e a uretra ficam comprimidas e então aparece um dos primeiros sintomas da doença: a dificuldade de urinar.

“A repercussão desse crescimento benigno são dificuldades para urinar, acordar no meio da noite para urinar, o jato da urina começa a sair fraco ou fino, e isso tem um impacto muito grande na qualidade de vida desses pacientes. E com o passar dos anos, isso fica mais frequente. Ao redor dos 80 anos de idade, quase todos os homens, cerca de 90%, têm uma repercussão clínica desse crescimento e precisa fazer algum tratamento. A próstata nunca para de crescer a partir dos 45 anos e quanto mais crescer, mais importante serão os sintomas e essa repercussão do crescimento benigno da próstata”, disse o médico.

Segundo Almeida Claro, não há formas para se evitar o crescimento da próstata. Por isso, é fundamental procurar um médico o quanto antes para que se consiga fazer algum tratamento que evite a necessidade de se usar sondas para urinar e que, principalmente, minimize os sintomas associados à hiperplasia da próstata. “Não existe nenhum remédio que faça com que a próstata pare de crescer ou que ela cresça mais lentamente ou diminua de tamanho. Não existe tratamento nesse sentido. Por isso, o acompanhamento médico deve ser feito a partir dos 40 anos de idade visando a evitar ou pelo menos diminuir as complicações desse crescimento benigno da próstata e diminuir os impactos na qualidade de vida dos pacientes”, destacou.

O diagnóstico da doença é feito por meio do teste de PSA (antígeno prostático específico), exame laboratorial e físico da próstata, mais conhecido como “exame do toque”. “A partir dos 40 anos de idade, todos os homens devem procurar, pelo menos uma vez por ano, o urologista”, ressaltou o médico.

Agência Brasil

quinta-feira, 14 de março de 2013

Mortalidade por câncer cai 9% em dez anos no estado de São Paulo



A redução no hábito de fumar é a principal explicação. Leia mais....

A taxa de mortalidade por câncer no estado apresentou queda de 9% na última década, de acordo com levantamento da Secretaria da Saúde do governo de São Paulo divulgado nesta segunda-feira (11). Entre os anos de 1999 e 2000, a taxa era 104,6 mortes para cada 100 mil habitantes, índice que passou, entre 2009 e 2010, para 95,2 por 100 mil. A redução no hábito de fumar é a principal explicação.

Segundo o diretor presidente da Fundação Oncocentro, José Eluf Neto, a redução de mortes pela doença pode ser explicada pela queda na própria incidência. Para Eluf, a incorporação de hábitos mais saudáveis, como deixar de fumar, o diagnóstico precoce e o aumento da prevenção foram os principais fatores que resultaram na queda do surgimento de novos casos de câncer e, consequentemente, das mortes.

Os homens foram os que mais reduziram a taxa de mortalidade, registrando queda de 10% no período de dez anos. Já o grupo das mulheres apresentou uma redução menor, de 8%.

Os principais tipos de câncer incidentes na população masculina e que apresentaram grande redução da mortalidade foram os ligados ao tabagismo. A taxa de mortes por câncer de pulmão e de laringe caiu 16%, a de câncer de cavidade oral e faringe teve queda de 12% e a de câncer de esôfago sofreu redução de 11%.

Eluf apontou a diminuição do número de fumantes, tendência dos últimos anos, como grande motivo para essas quedas de mortalidade. “Os cânceres associados ao tabagismo são muito importantes em termos de números. O hábito de fumar vem caindo há muitos anos entre os homens, e o tabagismo começa a cair entre as mulheres, mais recentemente”.

O médico explica que, embora o hábito de fumar continue mais frequente entre a população masculina, esse grupo foi responsável por uma queda maior no tabagismo, se comparado ao número de mulheres que conseguiram largar o cigarro.

“Os homens começaram a fumar muito antes das mulheres. Até os anos 40, as mulheres praticamente não fumavam. Era um hábito essencialmente masculino. Com o tempo, a liberação sexual, as mulheres passaram a fumar cada vez mais”, disse.

Eluf calcula que são necessários mais de dez anos para que a diminuição do número de fumantes comece a se refletir nas taxas de mortalidade da população. Com isso, a iniciação tardia das mulheres no tabagismo deve demorar mais para surtir efeito. “Nas mulheres, como essa queda no tabagismo é muito mais recente, isso vai se refletir na mortalidade, provavelmente, daqui a cinco anos”, avalia.

Outros tipos de câncer, que afetam as mulheres, são os de colo de útero, cuja queda alcançou 23%, e de partes do útero, que teve redução de 24%. A ampliação do acesso ao exame de papanicolau, que auxilia na prevenção, foi apontada como razão para esse resultado. Segundo Eluf, apesar de o estado ainda ter 15% de mulheres que nunca fizeram o exame na vida, mais de 80% delas já fizeram o papanicolau pelo menos uma vez.

O câncer de estômago apresentou redução significativa tanto entre homens (queda de 28%), quanto entre mulheres (menos 23%). Desde os anos 60, a incidência desse câncer registra trajetória de queda, e a melhor explicação para isso, de acordo com Eluf, é a melhora na conservação dos alimentos. “O fato de ter a geladeira e não precisar mais salgar os alimentos para conservá-los levou à diminuição da infecção por Helicobacter pylori, que causa o câncer de estômago”, disse.

A infecção, explica Eluf, é comum, e calcula-se que 70% da população já tenham sofrido com a bactéria Helicobacter pylori. Poucos pacientes, porém, desenvolvem o câncer a partir dessa infecção. Como está ligado à conservação de alimentos, o câncer de estômago sempre foi mais frequente nos países pobres. “É um câncer muito associado à pobreza, às más condições de vida”, disse o médico.



Agência Brasil

sexta-feira, 11 de janeiro de 2013

Câncer de boca, garganta e ânus por HPV cresce nos EUA, aponta relatório





Documento diz que aplicação de vacina se mantém baixa em adolescentes. Texto também revela redução de casos e mortes por outros tipos de tumor.



Da redação do Jornal da Saúde
com informações do G1

O Relatório Anual à Nação sobre a Situação do Câncer nos EUA, que abrange o período de 1975 a 2009, aponta que a incidência de tumores de boca, garganta e ânus tem aumentado no país. Para contribuir com essa elevação, entre os anos de 2008 e 2010, a aplicação de vacina contra o vírus do papiloma humano (HPV) – que é sexualmente transmissível e pode causar alterações celulares – manteve-se baixa entre as adolescentes.

Uma seção especial do documento, que será publicado na edição online da revista "Journal of the National Cancer Institute", é dedicada a uma avaliação dos casos e tendências de tumores ligados ao HPV. O texto mostra que, entre 2000 e 2009, os níveis de câncer na região da orofaringe aumentou entre homens e mulheres brancos, assim como a incidência de tumor anal em brancos e negros de ambos os sexos.

quarta-feira, 26 de dezembro de 2012

Nova edição da Revista Brasileira de Cancerologia está disponível on-line







A edição 58, nº 4, da Revista Brasileira de Cancerologia (RBC) está disponível on-line. O novo exemplar, com 15 artigos, corresponde aos meses de outubro, novembro e dezembro de 2012. O impacto da implantação e desenvolvimento do Grupo de Tumor de Mama e sua contribuição à assistência, à pesquisa e ao ensino no Instituto Nacional de Câncer José Alencar Gomes da Silva é um dos temas abordados. Outros temas da edição sãoEnfrentamento e resiliência de pacientes em tratamento quimioterápico e seus familiares e Câncer infantil: monitoramento da informação através dos registros de câncer de base populacional.

Fonte(s): Instituto Nacional do Câncer (Inca)

sábado, 22 de dezembro de 2012

Brasil começa a produzir primeiro genérico para tratamento do câncer



A produção nacional do medicamento será suficiente para atender a toda a demanda do Sistema Único de Saúde


Da redação do Jornal da Saúde
com informações do Portal EBC

O Sistema Único de Saúde (SUS) recebeu ontem (19) o primeiro lote do medicamento mesilato de imatinibe, usado no tratamento de leucemia mieloide crônica e do tumor do estroma gastrointestinal. O remédio é produzido pelos laboratórios públicos Farmanguinhos e Vital Brazil, em parceria com cinco laboratórios privados.

O primeiro lote, entregue hoje, contém 220 mil comprimidos. Em 2013, devem ser produzidos 5 milhões de comprimidos, o suficiente para atender a toda a demanda nacional. O ministro disse que a economia garantida pela produção nacional do medicamento pode ser revertida na produção e no suprimento de mais medicamentos à população.

Outro benefício de produzir remédios no país, com a compra garantida pelo Ministério da Saúde, é criar mercado para que grupos farmacêuticos brasileiros e estrangeiros invistam mais na pesquisa e produção no Brasil. Padilha disse ainda que o Ministério da Saúde quer que o país comece a produzir marcapassos e retome a produção de insulina.


* O Jornal da Saúde é um telejornal ao vivo. Exibido todo dia, às 13h. Reprise às 16h30 e às 18h30. Veja vídeos de nossas edições anteriores.
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Fonte: http://www.canal.fiocruz.br

quinta-feira, 29 de novembro de 2012

INCA divulga estudo com balanço dos casos de câncer no país





As taxas de incidência e mortalidade por câncer de colo do útero apresentaram redução. Já os casos de câncer de mama cresceram.




Da redação do Jornal da Saúde

As taxas de incidência e mortalidade por câncer de colo do útero apresentaram redução nas principais capitais brasileiras. Já os casos de câncer de mama cresceram.

De acordo com o diretor-geral do Instituto Nacional do Câncer, Luiz Antônio Sanitini, esse aumento pode ser reflexo do maior número de exames realizados entre as mulheres e do envelhecimento da população - o que faz com que mais mulheres entrem na faixa etária considerada de risco para a doença.

Os dados divulgados ontem (27) pelo INCA, no Dia Nacional de Combate ao Câncer, são resultado de um trabalho de coleta de dados que durou, no mínimo, oito anos. 

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domingo, 8 de abril de 2012

Câncer de Mama


Conheça os doze sintoma e cuide-se!

segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012

4 de fevereiro DIA MUNDIAL DO CÂNCER


O Dia Mundial do Câncer é uma iniciativa da União Internacional para o Controle do Câncer (UICC) que tenta evitar milhões de mortes a cada ano por meio do aumento da consciência e educação sobre doença, além da pressão sobre governos e indivíduos em todo o mundo para que se mobilizem pelo controle do câncer.

As ações deste ano são alinhadas sob a frase “Juntos é possível”. A intenção é incentivar todos os afetados pelo câncer (indivíduos, sociedade civil e governos) a assumir suas responsabilidades na redução dos números da doença.

O tema “Juntos é possível” foi escolhido para 2012 porque somente com cada pessoa, organização e governo fazendo sua parte o mundo estará pronto para reduzir mortes prematuras pelo câncer e outras DCNs em 25% até 2025.

Instituído em 2005, o Dia Mundial do Câncer é celebrado todo dia 4 de fevereiro por diversos países. No Brasil, a iniciativa tem apoio do INCA, que é instituição parceira da UICC.

Objetivos e Indicadores

O principal objetivo da campanha é ajudar a reduzir o número de mortes prematuras pelo câncer e outras doenças crônicas não transmissíveis em 25% até 2025.
 No Dia Mundial do Câncer, a UICC incentiva que cada um faça simples mudanças em seu estilo de vida para reduzir o risco de câncer para si e para seus entes queridos.

O Dia Mundial do Câncer procura evitar mortes prematuras por câncer a cada ano pelo aumento da consciência e educação sobre o câncer, além da pressão sobre governos e indivíduos em todo o mundo para que se mobilizem pelo controle da doença.

O câncer não conhece fronteiras, assim todos nós devemos assumir a responsabilidade para enfrentar esta doença devastadora. Juntos é possível.

Números do câncer

O câncer é a principal causa de morte em todo o mundo, provocando 7,6 milhões de mortes em 2008. Apesar disso, estima-se que um terço dessas mortes poderiam ter sido evitadas com mais prevenção, com detecção precoce e com os tratamentos existentes.

A epidemia de câncer global é grande e deve aumentar. É uma doença que não conhece fronteiras, afeta ou afetará todos nós, direta ou indiretamente durante nosso ciclo de vida.

O custo global da inação contra o câncer excede o custo da ação. O custo do câncer para a economia mundial foi estimado em 290 milhões de dólares em 2010. Deste valor, 154 bilhões foram destinados para custos médicos

Estima-se que o custo global do câncer será de 458 bilhões de dólares no ano de 2030.

O site está recebendo foto e mensagens de apoio.
Acesse:
http://www.inca.gov.br/wcm/dmdc/2012/dia_mundial_cancer.asp


10 dicas para se proteger do Câncer:
1- Não fume! Essa é a regra mais importante para prevenir o câncer. Ao fumar, são liberadas no ambiente mais de 4.700 substâncias tóxicas e cancerígenas que são inaladas por fumantes e não fumantes. Parar de fumar e de poluir o ambiente fechado é fundamental para a prevenção do câncer.
2- Uma alimentação saudável pode reduzir muito o risco de câncer. Coma mais frutas, legumes, verduras, grãos e cereais integrais, leite e derivados desnatados, e menos alimentos gordurosos, salgados e enlatados. Sua dieta deve conter, diariamente, pelo menos cinco porções de frutas, verduras e legumes. Evite frituras, salgadinhos, carne de porco, carne vermelha com gordura aparente, pele de frango, embutidos, como linguiça, salsicha e salame, e gordura hidrogenada. Apesar de o azeite ser um tipo de gordura mais saudável, não deve ser exposto a
altas temperaturas. Prefira alimentos cozidos e assados.
3- Faça 30 minutos diários de atividade física, leve ou moderada. A atividade física protetora consiste na iniciativa de se movimentar, de acordo com a rotina de cada um. Você pode, por exemplo, trocar o elevador pelas escadas, levar o cachorro
para passear, cuidar do jardim, varrer a casa, caminhar ou dançar.
Já está comprovado que estar acima do peso aumenta as chances de uma pessoa desenvolver câncer. 
4- Controlar o peso por meio de uma boa alimentação e manter-se ativo.
5- Exame preventivo ginecológico.
As mulheres com idade entre 25 e 64 anos devem realizar o exame.
Após dois exames normais seguidos, deverá realizar um exame a cada três anos. Para os exames alterados, deve-se seguir as orientações médicas.
6- exame clínico das mamas As mulheres com 40 anos ou mais devem realizar o exame anualmente. Aquelas que estiverem entre 50 e 69 anos devem realizar ainda a mamografia a cada dois anos. Esses exames devem ser feitos mesmo que mulher não perceba nenhum sintoma.
Se uma pessoa da família - principalmente a mãe, irmã ou filha - teve esta doença antes dos
50 anos de idade, a mulher tem mais chances de desenvolver um câncer de mama. Quem já teve câncer em uma das mamas ou câncer de ovário, em qualquer idade, deve ficar mais atenta. Nestes casos, a partir dos 35 anos, o exame clínico das mamas e a mamografia devem ser feitos uma vez por ano.
7- Evite ou limite a ingestão de bebidas alcoólicas.   
Os homens não devem tomar mais do que duas doses por dia, enquanto as mulheres devem limitar este consumo a uma dose. Isso corresponde a um copo de cerveja ou a uma taça de vinho.
8- Exame de sangue oculto nas fezes É recomendável que mulheres e homens, com 50 anos ou mais, realizem o exame a cada um ou dois anos.
9- Evite exposição prolongada ao sol entre
10h e 16h, e use sempre proteção adequada, como chapéu, barraca e protetor solar. Se for inevitável a exposição ao sol durante a jornada de trabalho, use chapéu de aba larga, camisa de manga longa e calça comprida.
10- Faça diariamente a higiene oral (escovação dos dentes e da língua) e consulte o dentista regularmente.

sábado, 26 de novembro de 2011

Câncer de Pele ou Melanoma. Saiba mais...

A pele é o maior órgão do corpo humano. É dividida em duas camadas: uma externa, a epiderme, e outra interna, a derme. A pele protege o corpo contra o calor, a luz e as infecções. Ela é também responsável pela regulação da temperatura do corpo, bem como pela reserva de água, vitamina D e gordura.

Embora o câncer de pele seja o tipo de câncer mais freqüente, correspondendo a cerca de 25% de todos os tumores malignos registrados no Brasil, quando detectado precocemente este tipo de câncer apresenta altos percentuais de cura.


As neoplasias cutâneas estão relacionadas a alguns fatores de risco, como o químico (arsênico), a radiação ionizante, processo irritativo crônico (úlcera de Marjolin), genodermatoses (xeroderma pigmentosum etc) e principalmente à exposição aos raios ultravioletas do sol.

Câncer de pele é mais comum em indivíduos com mais de 40 anos sendo relativamente raro em crianças e negros, com exceção daqueles que apresentam doenças cutâneas prévias. Indivíduos de pele clara, sensível à ação dos raios solares, ou com doenças cutâneas prévias são as principais vitimas do câncer de pele. Os negros normalmente têm câncer de pele nas regiões palmares e plantares.

Como a pele é um órgão heterogêneo, esse tipo de câncer pode apresentar neoplasias de diferentes linhagens. Os mais freqüentes são: carcinoma basocelular, responsável por 70% dos diagnósticos de câncer de pele, o carcinoma epidermóide com 25% dos casos e o melanoma, detectado em 4% dos pacientes. Felizmente o carcinoma basocelular, mais freqüente, é também o menos agressivo. Este tipo e o carcinoma epidermóide são também chamados de câncer de pele não melanoma, enquanto o melanoma e outros tipos, com origem nos melanócitos, são denominados de câncer de pele melanoma.


Consulte o folheto, em nossa pasta de arquivos  Proteja-se do câncer de pele

Veja o Também o cartaz

 
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