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sábado, 21 de setembro de 2013

"Cidades que adoecem" é o tema do Sala de Convidados


Nesta terça-feira, 24/09, às 11h
Ao vivo. Participe!


Poluição do ar e da água, superpopulação, engarrafamentos, transportes públicos precários, sujeira nas ruas, barulho, violência. Esses são alguns dos problemas comumente relacionados a vida nas grandes cidades e que, em muitos casos, também já estão chegando a médios e pequenos municípios. Mas, principalmente nos grandes centros urbanos, a qualidade de vida está se deteriorando. Não são apenas as pessoas que ficam doentes.

Cidades que adoecem é o tema do Sala de Convidados desta terça-feira (24), que vai ao ar, ao vivo, às 11h. O programa vai debater os principais problemas que estão reduzindo a qualidade de vida das pessoas, principalmente, nas grandes cidades.

Segundo dados da Organização das Nações Unidas (ONU), até 2050 a população nas cidades do planeta vai aumentar em 3,1 bilhões de pessoas. Na América Latina, 75% da população vive em áreas urbanas. No Brasil, cerca de 84% das pessoas se concentra nas cidades.

O que a população considera como prioridade para viver em uma cidade ideal? Menos violência? Um transporte público mais eficiente? São algumas das questões que precisam ser discutidas para definir quais os caminhos para se conseguir cidades sustentáveis.

Quais as boas práticas para alcançar a sustentabilidade no ambiente urbano? Existem bons exemplos a serem seguidos? O que os cidadãos podem fazer? Deixar os grandes centros urbanos é uma boa opção? As respostas a essas e outras perguntas estarão em debate nesta edição do programa, que, entre os convidados, contará com a secretária executiva da ONG Rio como Vamos, Thereza Lobo; e com o diretor do Centro Rio+, Rômulo Paes de Souza.

Sobre o Sala de Convidados
É um programa de debate, ao vivo, apresentado por Renato Farias, com uma hora de duração, das 11h às 12h. Os temas têm relevância factual e estão relacionados às políticas públicas na área da saúde. 

Participação ao vivo
O Sala de Convidados é um programa idealizado para a participação do espectador. Perguntas e comentários podem ser enviados a qualquer momento durante o programa. Utilize o chat no site do Canal Saúde ou ligue, gratuitamente, para 0800 701 8122. Se preferir, antecipe suas perguntas através do e-mail canal@fiocruz.br ou pela fan page do Canal Saúde (facebook/canalsaudeoficial) em Fale com a Gente.

Como assistir
Internet: acesse www.canalsaude.fiocruz.br e clique na WEB TV, na página principal.
Televisão: parabólica digital (freqüência 3690) ou TVs parceiras de veiculação. Consulte a página Como Assistir no site do Canal Saúde. Os conselheiros de saúde em todo o Brasil podem assistir pela Oi TV, canal 910.


Acesse o site www.canalsaude.fiocruz.br, acompanhe a programação completa da TV e assista também aos vídeos em nosso acervo. Faça a sua busca e programe-se para assistir quando quiser.

Mais informações:
Canal Saúde/Fundação Oswaldo Cruz
Assessoria de Comunicação – Gabriel Cavalcanti
gabrielcfonseca@gmail.com - 55 21 3194-7743

segunda-feira, 12 de agosto de 2013

Inscrições para I Conferência de Meio Ambiente do Rio




Estão abertas as inscrições para a I Conferência de Meio Ambiente da Cidade do Rio de Janeiro, a ser realizada no dia 5 de setembro, na Fundação Zoo. Com foco na ampliação da coleta seletiva de lixo, com a
inclusão social de catadores de materiais recicláveis, o evento pretende contribuir para a implementação
da Política Nacional de Resíduos Sólidos, debatendo prioritariamente a política dedução dos impactos das mudanças climáticas e o incentivo à produção e ao consumo sustentáveis. A Conferência terá a participação de representantes do Poder Público, cooperativas de catadores, universidades, ONGs, entidades de classe empresariais e outros representantes da sociedade civil. As inscrições podem ser feitas por meio do site http://conferenciameioambienterio.com.br/site/ . Página 67 D. O. MRJ

sexta-feira, 31 de maio de 2013

Gestão de Resíduos – faça a sua parte que o planeta agradece!





Hoje se fala muito sobre coleta seletiva, separar o lixo orgânico, o lixo reciclável, encaminhar para a destinação correta. Porém, apesar de ser um assunto bem discutido, ele ainda não é muito bem explicado e acaba causando confusão perante aqueles que não dominam bem o assunto.

Pois bem. Lixo não é exclusividade de pobres, nem tampouco está somente dentro das lixeiras. O lixo surge como a etapa final da grande maioria das coisas que produzimos, e para que esse problema possa ser minimizado, chegando até a um dia ser solucionado, a colaboração de todos é essencial.

Hoje a produção de lixo no Brasil cresce seis vezes mais que a população brasileira; produzimos cerca de 61 milhões de toneladas de lixo em um ano! E o que acontece com todo esse lixo depois que o lixeiro recolhe? Para onde vai todo esse desperdício?

No ano de 2010 foi implementada uma Lei Federal (Lei 12.305 / 2010), denominada Política Nacional de Resíduos Sólidos, cuja característica principal é a gestão de resíduos, ou seja, saber de que forma devemos administrar toda essa produção de lixo.

Um dos pontos principais em relação a esta lei está no fato de que se tornará obrigatória (a partir de 2012) a instalação de coleta seletiva em empresas, hotéis, clubes e condomínios, cabendo ao órgão ambiental responsável a fiscalização.

A coleta seletiva consiste num sistema de recolhimento de materiais recicláveis, como por exemplo: plásticos, vidros, papéis, metais e orgânicos. Resíduo orgânico é aquele que tem origem animal ou vegetal, ou seja, restos de alimentos, folhas, sementes, restos de ossos, restos de carne, etc.

Dessa forma, a coleta seletiva funciona também como uma maneira de educar em relação ao meio ambiente partindo do princípio que conscientiza as pessoas sobre os problemas causados pelo desperdício de recursos naturais e pela poluição causada pelo lixo.

Mas o que a coleta seletiva tem a ver com a segurança do trabalho? Mais do que se possa imaginar. Para que o trabalho possa ser executado de forma plena, objetiva e com perfeição, o trabalhador necessita de um ambiente adequado, ou seja, ergonomicamente correto, que não apresente riscos ambientais e inegavelmente limpo.

Sem a devida assepsia do local de trabalho, fica intolerável a presença de pessoas para exercerem suas funções. Dessa forma, com a implementação da coleta seletiva, muito desse transtorno pode ser evitado. E como todos da empresa ficam responsáveis por essa coleta?

• Jogue o lixo no coletor específico para aquele tipo;

• Em caso de dúvida sobre o tipo de lixo, pergunte ao responsável técnico. Ele saberá te ajudar a solucionar esse problema;

• Ajude na manutenção dos coletores e informe ao responsável em caso de depredação.

E lembre-se sempre que ajudando a manter sua empresa limpa e bem cuidada, você só sai ganhando. Pois diminui o risco de acidentes de trabalho, melhora o ambiente como um todo, elimina a possibilidade do surgimento de doenças ocupacionais e de quebra ainda deixa a todos bem humorados e dispostos para encarar mais um dia de trabalho!

Faça a sua parte, pois se cada um fizer a sua um dia conseguiremos salvar o planeta!


http://www.ddsonline.com.br

quinta-feira, 16 de maio de 2013

Um terço da população mundial não terá acesso a saneamento básico até 2015






Relatório da OMS e Unicef aponta que Meta de Desenvolvimento do Milênio pode não ser alcançada


da redação do Jornal da Saúde

Um relatório produzido pela Organização Mundial da Saúde e pelo Fundo das Nações Unidas para a Infância, o Unicef, alerta que em 2015 cerca de um terço da população mundial não terá saneamento adequado em suas moradias. O percentual equivale a cerca de 2,4 bilhões de pessoas.

O relatório, intitulado “Progress on sanitation and drinking-water 2013 update”, adverte que, no ritmo atual de progresso, a Meta de Desenvolvimento do Milênio 2015 (MDG) de reduzir pela metade a parcela da população de 1990 sem saneamento não será atingida em 8% da população.

Enquanto a UNICEF e a OMS anunciaram no ano passado que a meta de água potável dos MDG foram atendidas e superadas em 2010, o desafio de melhorar o saneamento e alcançar aqueles que precisam, levou a uma chamada para acelerar o progresso.

O diretor global do Programa de Água, Saneamento e Higiene do Unicef, Sanjay Wijesekera, afirmou que a falta de saneamento é uma situação crítica e que atitudes emergenciais precisam ser tomadas pra que centenas de crianças deixem de morrer em decorrência de doenças relacionadas à falta de serviços adequados de água e esgoto.

quinta-feira, 18 de abril de 2013

Produção de energia eólica no Brasil cresce 73% em um ano





Apesar do crescimento, setor ainda é responsável por apenas 2% da matriz energética do país



A capacidade eólica brasileira instalada em seus 108 parques alcançou 2,5 gigawatts (GW) no ano de 2012, crescimento de 73% em relação a 2011, segundo o balanço anual divulgado nesta segunda-feira pela Associação Brasileira de Energia Eólica (Abeeólica). Com isso, esse tipo de energia respondeu, no ano passado, por 2% da matriz elétrica do País.

Do total, o equivalente a 1,3 GW é resultado de incentivos do Programa de Incentivo às Fontes Alternativas de Energia Elétrica (Proinfa), primeira fase de implantação da energia no país; e 1,2 GW compõe o Leilão de Reserva (LER 2009), que corresponde a uma segunda fase. Segundo a Abeeólica, 622 megawatts (MW) que fazem parte da segunda fase estão fora de operação, sem linha de transmissão, em dois parques localizados no Rio Grande do Norte e dois na Bahia.

Em média, 7,5 milhões de brasileiros receberam, por mês, a energia gerada pela fonte eólica em 2012. Essa média considera residências de famílias com três moradores. Até o final deste ano, a expectativa da Abeeólica é que a capacidade instalada em todo o país chegue a 6,05 GW, alcançando até 2017 os 8,8 GW.

O Fator de Capacidade (FC) da fonte eólica em 2012, que é a proporção entre a geração efetiva das usinas e a sua capacidade total, foi 33% na média. Entre as usinas de primeira fase, a média foi 27%, enquanto na segunda fase, o percentual subiu para 54%.

A presidenta executiva da Abeeólica, Elbia Melo, disse que fatores como o avanço tecnológico dos aerogeradores, o modelo de leilão competitivo e o melhor entendimento do Brasil sobre aproveitamento dos ventos foram as principais razões para o aumento do desempenho das usinas de segunda fase.

Enquanto os primeiros parques eólicos utilizam aerogeradores de 600 quilowatt (kW) e têm 48 metros de altura, os mais novos usam equipamentos com potência de 3 MW e altura de 100 metros. Os aerogeradores transformam a energia eólica em energia elétrica.

"Isso mostra o quanto nós estamos com um modelo de gestão eficiente de energia eólica e acaba desmistificando aquilo que se dizia no passado, de que a fonte eólica é instável, que não contribui para o sistema", declarou.

A geração realizada pelos parques eólicos bateu recorde histórico em outubro, chegando a 771 MW em média. "Foi justamente esse período que o sistema estava precisando, porque nós estávamos esperando o período úmido para encher os reservatórios e isso não aconteceu, houve um atraso das chuvas. No momento em que estava seco, a eólica gerou e contribuiu para o sistema. Isso é muito interessante, isso demonstra a complementaridade entre as fontes hidrelétrica e eólica", disse Elbia.

domingo, 7 de abril de 2013

Engenharia Sustentável



http://www.canal.fiocruz.br/video/index.php?v=Engenharia-Sustentavel

Vale conferir!

quarta-feira, 3 de abril de 2013

Desmatamento da Amazônia sobe 26% nos últimos 7 meses, diz Inpe











Ibama apreendeu 216 motosserras e 32 armas na Amazônia Legal.


Da redação do Jornal da Saúde
com informações do G1


Os alertas de desmatamento na Amazônia Legal subiram 26% nos últimos sete meses, no intervalo entre 1º de agosto de 2012 e 28 fevereiro de 2013, em comparação com o mesmo período anterior, de 1º de agosto de 2011 a 28 de fevereiro de 2012, segundo informações do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) divulgadas nesta quinta-feira (28).

Os dados, que incluem a degradação (desmatamento parcial) e o corte raso (desmatamento total) da floresta, foram registrados pelo sistema de detecção de desmatamento em tempo real do Inpe, o Deter, que usa imagens de satélite para analisar a perda da mata em nove estados.

No total, 1.695 km² da floresta foram destruídos ou degradados nos últmos sete meses, área pouco maior do que o tamanho da cidade de São Paulo, de 1.521 km², de acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Só nos últimos quatro meses, de novembro de 2012 a fevereiro de 2013, houve alertas de desmatamento em 615 km² da floresta amazônica, segundo o Inpe. O número é 15% maior do que o registrado anteriormente: 536 km² desmatados, entre novembro de 2011 e fevereiro de 2012.

A cobertura de nuvens na região amazônica prejudica a análise do Deter, afirma o Inpe. Em novembro de 2012, 34% da floresta estava coberta por nuvens; já em dezembro, a cobertura foi de 54%. Em janeiro, 67% da Amazônia estava coberta por nuvens, enquanto em fevereiro o índice foi de 64%.

terça-feira, 26 de março de 2013

Comlurb leva campanha de limpeza ao Calçadão de Bangu





O projeto Onda Limpa da Comlurb, consagrado nas praias cariocas, chega agora às principais ruas da cidade. O serviço estará hoje no Calçadão de Bangu e na quinta-feira, dia 28, no Calçadão de Campo Grande, em ambos os dias às 10h. O tema dessa quarta campanha é “O Rio é só beleza. Sem lixo, é 
claro”, que visa reforçar o senso de responsabilidade do cidadão em relação à limpeza da cidade. As atividades incluem shows do gari passista Renato Sorriso e do grupo Chegando de Surpresa, com a participação do personagem Super Gari. Página 6

Fonte: D.O. M.R.J

segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013

Campus Fiocruz da Mata Atlântica lança projeto ecológico com o apoio do BNDES

 Para a equipe envolvida no projeto de recuperação, a relevância da questão ambiental está expressa nas diretrizes do Plano Diretor do CFMA




por Ricardo Valverde, da Agência Fiocruz de Notícias
O Campus Fiocruz da Mata Atlântica (CFMA), em Jacarepaguá, na Zona Oeste do Rio de Janeiro, deu início ao Projeto de Recuperação e Restauração Ecológica em seu território. Orçado em R$ 2,5 milhões, obtidos junto ao BNDES, o projeto teve origem a partir do diagnóstico do uso e ocupação do solo da região da antiga Colônia Juliano Moreira e na verificação do risco que a forte pressão antrópica exerce sobre a Mata Atlântica na vertente sudeste do Maciço da Pedra Branca, onde está o CFMA. Segundo uma das coordenadoras do projeto, a bióloga e doutora em biologia vegetal Andrea Vanini, a proposta é gerar modelos sustentáveis para a restauração florestal e conservação dos serviços ambientais do maciço e têm como foco a revitalização das microbacias dos rios Pavuninha e Engenho Novo ambos, localizados em Jacarepaguá. O projeto também busca o enriquecimento e a proteção da faixa marginal e de áreas de APPs, além da organização de cursos de capacitação em agente de restauração florestal e viveirista, em convênio com o Laboratório de Responsabilidade Sócio-Ambiental do Jardim Botânico do Rio de Janeiro, coordenado pelo pesquisador João Silva.

A sustentabilidade dos projetos de recuperação e restauração ecológica está diretamente relacionada à origem das sementes e à produção de mudas de boa qualidade e alta variabilidade genética. Andrea diz que a coleta de sementes para a produção de mudas será realizada nas áreas no entorno do Parque Estadual da Pedra Branca. As coletas serão restritas as áreas abaixo da cota de 100. As sementes serão catalogadas, armazenadas e semeadas no viveiro do Horto-Escola do CFMA, que está em reforma para abrigar essa atividade, com a utilização de mão de obra local, capacitada nos cursos que são organizados pela equipe técnica do projeto. Para isso, há uma parceria com a Secretaria Municipal de Meio Ambiente.

Outra parceria, com pesquisadores do Laboratório de Sementes do Jardim Botânico do Rio de Janeiro, prevê o desenvolvimento de estudos relacionados ao potencial de germinação de sementes de espécies de alto potencial de uso em projetos de restauração florestal. A cooperação, além de oferecer o conhecimento científico por meio de orientação técnica, disponibiliza a estrutura do laboratório de sementes da instituição. Os dados complementarão as informações sobre as espécies presentes no CFMA, sua importância ecológica e grau de ameaça e auxiliarão a definir estratégias de preservação.

Para a equipe envolvida no projeto de recuperação, a relevância da questão ambiental está expressa nas diretrizes do Plano Diretor do Campus Fiocruz da Mata Atlântica, dentre as quais podem ser citadas a garantia da preservação da biodiversidade; a criação de corredores ecológicos integrando fragmentos vegetais, de forma a facilitar o fluxo de espécies vegetais e animais; e a valorização e preservação dos elementos do patrimônio ambiental. O projeto quer restaurar o ecossistema onde o campus está inserido para que volte a propiciar os serviços naturais, melhore a qualidade de água, previna problemas de abastecimento e reduza a erosão.

terça-feira, 18 de dezembro de 2012

Governo e sociedade civil definem metas de desenvolvimento sustentável




As metas devem ser implementadas a partir de 2015, mas antes têm de ser submetidas a discussões nas Nações Unidas.



Da redação do Jornal da Saúde
com informações da Agência Brasil


Negociadores do Brasil, de vários segmentos da sociedade, que participaram da Conferência das Nações Unidas sobre o Desenvolvimento Sustentável, a Rio+20, começam a definir hoje (18), em Brasília, as prioridades do país no âmbito das metas a serem adotadas globalmente. As metas devem ser implementadas a partir de 2015, mas antes têm de ser submetidas a discussões nas Nações Unidas.

A partir de 2015, todas as economias do planeta terão que seguir compromissos e ações estabelecidos no quadro dos objetivos do desenvolvimento sustentável - acordo firmado durante a conferência, em junho, no Rio de Janeiro.

No Brasil, o debate que começou entre representantes do governo, que definiram como prioridade a erradicação da pobreza no mundo, será ampliado com a inclusão de sugestões da sociedade civil e do setor privado. Um grupo de mais de 50 pessoas se prepara para definir hoje à tarde o que deve ser proposto na agenda global.

* O Jornal da Saúde é um telejornal ao vivo. Exibido todo dia, às 13h. Reprise às 16h30 e às 18h30. Veja vídeos de nossas edições anteriores.
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quarta-feira, 28 de novembro de 2012

Economia verde, sustentabilidade e erradicação da pobreza


 Popularizar a ciência e mostrar sua importância para o desenvolvimento do país, além de incentivar a população a valorizar a criatividade, a atitude científica e a inovação. Esses foram os principais objetivos da 9ª Semana Nacional de Ciência e Tecnologia (SNCT), realizada pelo Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), de 15 a 21 de outubro.

Como ocorre todos os anos, as ações são promovidas em torno de uma temática de importância social. O tema Economia verde, sustentabilidade e erradicação da pobreza foi o escolhido para 2012, em sintonia com as discussões da Conferência das Nações Unidas sobre o Desenvolvimento Sustentável (Rio+20), promovida pela ONU em junho deste ano, no Brasil.


Assista aqui aos vídeos dos programas e reportagens produzidos pela TV NBR sobre o evento.

Fonte(s): MCT

Prêmio sobre desenvolvimento sustentável: inscrições prorrogadas



 Foram prorrogadas, até 6 de dezembro, as inscrições para o Prêmio Vale-Capes de Ciência e Sustentabilidade, que premiará teses de doutorado e dissertações de mestrado. A avaliação focalizará ideias, soluções e processos inovadores para questões como redução do consumo de água e energia, redução de gases do efeito estufa, aproveitamento, reaproveitamento e reciclagem de resíduos e/ou rejeitos e tecnologia socioambiental com ênfase no combate à pobreza.

O prêmio, voltada às teses e dissertações defendidas no Brasil em 2011, foi criado a partir de uma parceria entre a Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) e a Vale, firmada durante a conferência Rio+20.

A pré-seleção dos trabalhos será feita pelos programas de pós-graduação de todo o país, reconhecidos no Sistema Nacional de Pós-Graduação. Cada programa de doutorado e de mestrado deverá instituir uma comissão de avaliação, que verificará a adequação das teses e dissertações aos temas definidos. Após a indicação dos trabalhos selecionados pela comissão de avaliação, o coordenador do programa de pós-graduação será responsável por sua inscrição na Capes.

Os critérios avaliados serão originalidade do trabalho e relevância para o desenvolvimento científico, tecnológico, cultural, social e de inovação.

Premiação

O vencedor do Prêmio Vale-Capes de Ciência e Sustentabilidade de tese de doutorado receberá R$ 15 mil e uma bolsa para realização de estágio pós-doutoral de até três anos em instituição nacional, podendo converter em um ano fora do país em uma instituição de notória excelência na área de conhecimento do premiado. 

Já o ganhador de dissertação de mestrado receberá R$ 10 mil e uma bolsa para realização de doutorado em instituição nacional de até quatro anos. Os orientadores também serão prestigiados e receberão auxílio equivalente a uma participação em congresso nacional e internacional, relacionado à área temática da tese. No caso de mestrado, o orientador receberá R$ 3 mil, e o de doutorado, US$ 3 mil.


Fonte(s): Capes

segunda-feira, 12 de novembro de 2012

Fiocruz analisa impacto das mudanças climáticas no NE



A Fundação Oswaldo Cruz, por meio do Centro de Pesquisas René Rachou (CPQRR), da Escola Nacional de Saúde Pública (ENSP) e do Instituto Oswaldo Cruz (IOC), irá promover um estudo da vulnerabilidade socioambiental da população dos municípios baianos inseridos na bacia hidrográfica do Rio São Francisco, no bioma da caatinga. Segundo a projeção do relatório especial sobre Gestão dos Riscos de Eventos Extremos e Desastres para o Avanço da Adaptação às Mudanças Climáticas (SREX), do Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas (IPCC) para a América do Sul, há indícios da vulnerabilidade da Região Nordeste frente às mudanças climáticas, e as projeções indicam aumento da seca na região. SAIBA MAIS

quinta-feira, 25 de outubro de 2012

Justiça ambiental une ativismo e economia ecológica



O Centro de Estudos da ENSP de 24 de outubro trouxe, da Espanha, Joan Martínez Alier, especialista em Ecologia Política e Economia Ecológica da Universidade Autônoma de Barcelona. Em sua exposição, Alier explicou a diferença entre os conceitos de ecologia política e economia ecológica e apresentou um panorama da situação dos conflitos ambientais pelo mundo. Além disso, abordou o projeto internacional Environmental Justice Organizations, Liability and Trade (Ejolt), que analisa conflitos ambientais relacionados ao comércio internacional e apoia organizações de justiça ambiental. A ENSP/Fiocruz também faz parte do Ejolt. Confira, na Biblioteca Multimídia da ENSP, o áudio e a apresentação do evento.SAIBA MAIS

quinta-feira, 18 de outubro de 2012

Ceensp debate conflitos de injustiça ambiental


 "O crescimento da economia mundial está provocando muitos conflitos nas áreas de extração de matéria-prima, de energia, de minérios e também de biomassa. São conflitos de injustiça ambiental. Não são conflitos entre capitalistas e trabalhadores, mas entre populações indígenas contra o aumento da produção de energia, por exemplo." Esse será um dos assuntos abordados, no Centro de Estudos da ENSP de 24 de outubro, pelo especialista em Ecologia Política e Economia Ecológica da Universidade Autônoma de Barcelona Joan Martínez Alier. O evento, com o tema Uma maré de conflitos ambientais na América Latina e no mundo, é aberto a todos e não necessita de inscrição prévia. Quem não puder comparecer poderá acompanhar o evento via web em http://www.ensp.fiocruz.br/portal-ensp/videos/. SAIBA MAIS

sexta-feira, 20 de julho de 2012

Bioética pauta eventos no Rio de Janeiro



                                                   Tendo como pano de fundo o debate acerca de bioética, justiça e políticas públicas, será realizado no Rio de Janeiro, entre os dias 24 e 27 de outubro, o IV Congresso de Bioética e o I Simpósio Internacional de Bioética e Meio Ambiente. O encontro é organizado pelo Programa de Pós-Graduação em Bioética, Ética Aplicada e Saúde Coletiva, do qual a ENSP é parceria. Trabalhos científicos podem ser submetidos até o dia 17 de outubro. O presidente desse congresso, o pesquisador da Escola e coordenador do Programa de Bioética pela ENSP Sergio Rego comentou que o evento está dividido em três eixos com o objetivo de possibilitar o debate entre pessoas com interesses amplos e diversos. "Essa também será uma oportunidade para que a população se manifeste em sua diversidade e densidade acadêmica, apostando no debate franco e respeitoso, como é de nossa tradição", ressalta o pesquisador. SAIBA MAIS

terça-feira, 17 de julho de 2012

Alternativas para destino de efluentes das cidades



                                                           "Os emissários submarinos de esgotos sanitários se apresentam como uma importante solução para a falta de planejamento em cidades como o Rio de Janeiro". A afirmativa do pesquisador do Departamento de Saneamento e Saúde Ambiental (DSSA/ENSP) Renato Castiglia Feitosa é uma resposta ao processo de degradação das águas costeiras, provocado muitas vezes pela ligação com sistemas lacunares poluídos e pela ineficiência de redes coletoras e de tratamento de esgotos. Para ele, a ocupação litorânea das principais cidades brasileiras tem se intensificado continuamente nos últimos anos sem o aprimoramento e a adequação das instalações de esgotamento sanitário. SAIBA MAIS

sexta-feira, 6 de julho de 2012

Vídeos alertam para impactos socioambientais



                                         Lançado há dois anos, o programa Inova ENSP surgiu de uma iniciativa da Direção da Escola Nacional de Saúde Pública de apoiar a pesquisa, o desenvolvimento e a inovação em saúde. Agora, o programa começa a trazer resultados efetivos para a população e a comunidade científica. O projeto Mudanças ambientais globais e efeitos nos ecossistemas e na saúde na região do arco do desmatamento - Bacia do Rio Madeira, coordenado pela pesquisadora Sandra Hacon, acaba de lançar dois vídeos sobre os impactos socioambientais dos grandes empreendimentos e das queimadas na Amazônia. "Escolas de todo o país estão utilizando os vídeos como materiais didáticos", comemora Sandra. Os materiais podem ser acessados na Biblioteca Multimídia da ENSP. SAIBA MAIS

segunda-feira, 28 de maio de 2012

Fórum de estudantes debate movimento sanitário


                           Com o objetivo de promover o debate entre os discentes da ENSP sobre assuntos pertinentes ao Movimento Sanitário Brasileiro, será realizado na terça-feira (29/5), pelo Fórum de Estudantes da ENSP, o primeiro encontro do projeto 'Conversando Sobre...'. Um dos objetivos é organizar um grupo de estudos permanente formado por alunos da Escola e interessados. Com o tema 'Conversando sobre as organizações sociais e fundações estatais de direito privado', o encontro contará com a participação da especialista em Saúde Coletiva e atuante do Centro Brasileiro de Estudos em Saúde do Rio de Janeiro (Cebes), Vanice Silva, que atuará como facilitadora do debate. A atividade está marcada para as 14 horas, na sala 32 do Cesteh/ENSP, e é aberta ao público. SAIBA MAIS

Pesquisa avalia quatro praias da Baía de Guanabara



  •                                       "A poluição das praias é uma consequência direta do saneamento básico deficiente, que resulta em esgoto chegando ao mar sem tratamento", afirmou a bióloga Jane da Costa Valentim Rego em sua dissertação de mestrado em Saúde Pública pela ENSP, intituladaQualidade Sanitária de Água e Areia de Praias da Baía de Guanabara. A pesquisa teve como objetivo avaliar e monitorar a qualidade sanitária das areias e águas das praias por meio de análises colimétricas e micológicas, além de propor a análise de fungos como padrão de avaliação na classificação sanitária destas áreas de recreação. Foram avaliados materiais de quatro praias da Baía de Guanabara, sendo duas situadas na Ilha do Governador e duas na Ilha de Paquetá, e concluiu-se, dentre outros resultados, que a contaminação da areia não está relacionada à da água e que, nas quatro praias observadas, as características de contaminação foram totalmente diferentes tanto nas águas como na areia. SAIBA MAIS

 
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